Eu ainda alertei que para o movimento crescer era coisa de horas, dito e feito, agora o CAOS está instalado na Bahia, o Governador Jaques Wagner pedindo socorro a Presidente Dilma Rousseff, conforme matéria abaixo.
Por que esse petralha do Jaques Wagner não conversou, dialogou com os militares antes ?
Eu já disse isso aqui, esse movimento grevistas dos Policiais Militares, Bombeiros, e Civis está se espalhando por todo o Brasil, tivemos no Ceará, agora Bahia, e no dia 10 aqui no Rio, e nos três estados os paspalhos dos governadores foram omissos e incompetentes se recusando ao menos conversar.
Os servidores da segurança não aguentam mais serem tratados com tanto descaso e omissão, não adianta os governos quererem fingir que não enxergam, e depois querer resolver na porrada, tiro e bomba.
Aqui no Rio de Janeiro a greve está marcada para o dia 10 de Fevereiro, Sérgio Cabral e a imprensa ignoram por completo, vai dar merda, e aí ?
Agora leio que o petralha do Governador Jaques Wagner está recebendo soldados da Força Nacional e do Exército, e que usará "medidas enérgicas".
Por outro lado, a Presidenta Dilma Rousseff que enganou os militares ao dizer na campanha eleitoral que era a favor da PEC 300, mandou recado disse ao governo da Bahia que enviará "quantos homens forem necessários para reestabelecer a sensação de segurança, que a Bahia será tratada como caso exemplar."
Agora eu faço duas perguntas:
1 - O que quis dizer o Governador Jaques Wagner ao dizer que usará "medidas enérgicas" para acabar com a greve ?
2 - E a Presidenta Dilma Rousseff, que enganou os servidores com a promessa da PEC 300, o que quis dizer que a "a Bahia será tratada como caso exemplar" ?
Será que o Governador Jaques Wagner vai usar a Força Nacional e o Exército com o apoio da Dilma Rousseff e meter bala nos Policiais Militares grevistas ?
Isso me faz lembrar quando o paspalho do Sérgio Cabral, desgovernador do Rio de Janeiro, ano passado xingou e mandou prender mais de 400 Bombeiros Militares, o Brasil e o mundo foram solidários aos combatentes do fogo, sem dizer que toda a população do Rio os apoiou.
Se o paspalho do Governador Jaques Wagner usar da violência, o mesmo ocorrerá, e o Brasil todo ficará solidários aos PM's da Bahia, e ainda corre o risco de vermos greves se espalhando em um piscar de olhos pelo Brasil todo, o que poderá ser um perigo.
A situação é de extrema gravidade, errou o paspalho do Jaques Wagner ao dizer que "usará medidas energéticas", e errou mais ainda a Presidenta Dilma Rousseff ao falar que a "Bahia será tratada como caso exemplar" ao fazer a associação com o uso da força.
É hora de conversar, dialogar, e atender os militares, dinheiro todos nós sabemos que o Governo da Bahia tem, como aqui no Rio de Janeiro também tem.
Nada se resolve na porrada e no grito, e se a greve estourou é por que os governos foram omissos e incompetentes, e quem paga a conta agora é o povo.
CUIDADO Sérgio Cabral, abre os olhos, a sua blindagem não é eterna !
O pedido do governo baiano pelo reforço no policiamento ocorre por causa da paralisação parcial da Polícia Militar no Estado, iniciada na tarde de terça-feira, a partir de uma assembleia realizada pelos integrantes da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), uma das nove entidades que representam a categoria na Bahia.
De acordo com Barbosa, dois terços do efetivo da PM no Estado trabalham normalmente, mas há relatos de paralisação das ações policiais, com consequências como vandalismo e arrastões, em algumas grandes cidades, como Ilhéus, no litoral sul do Estado, e Feira de Santana, segundo maior município baiano, a 110 quilômetros de Salvador. O comando da Polícia Militar informou ter enviado reforços para a segurança dos dois municípios.
"Nossa intenção é reforçar a sensação de segurança, já que a PM está nas ruas e apenas uma minoria está promovendo atos de vandalismo", afirma o secretário. "A presidente (Dilma Rousseff), em entendimento com o governador, deixou claro que vão ser enviados quantos homens forem necessários para reestabelecer a sensação de segurança, que a Bahia será tratada como caso exemplar."
Em Salvador, ameaças de arrastões levaram lojistas do Centro a encerrar as atividades mais cedo. O trânsito em algumas das principais avenidas da cidade, como a Paralela - a mais movimentada de Salvador - e a Octávio Mangabeira, na orla da cidade, foi bloqueado, supostamente por policiais grevistas, no fim da tarde, causando congestionamentos por toda a capital baiana.
Para realizar o bloqueio das vias, homens armados tomaram ônibus coletivos e os atravessaram nas pistas. Além disso, desde o início do movimento, cerca de 100 integrantes da associação estão acampados na entrada da Assembleia Legislativa.
Os cerca de 2 mil filiados à Aspra, do universo de 32 mil PMs e bombeiros da ativa na Bahia, decidiram paralisar as atividades para cobrar do governo a incorporação de gratificações aos salários, além de regulamentação para o pagamento de adicionais, como de periculosidade e acidente. As outras associações de classe ainda não aderiram à paralisação e o comando-geral da PM diz não reconhecer a Aspra como entidade de classe.
Na manhã de hoje, o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública da Bahia, Ruy Eduardo Almeida Brito, acolheu requerimento do Estado e determinou que os integrantes da associação suspendam a paralisação. A liminar prevê multa de R$ 80 mil por dia para a associação, em caso de descumprimento.
O presidente da Aspra, Marco Prisco afirma não ter recebido a determinação judicial, mas diz que a liminar não prejudicará o movimento grevista e que o departamento jurídico da entidade foi acionado "para tomar as providências necessárias" para a manutenção da paralisação.
Em nota, o governador Wagner disse que vai usar "medidas enérgicas" para defender "os interesses maiores da população baiana". "Não admitirei que a segurança da população baiana seja colocada em risco por um pequeno grupo de pessoas, ainda mais porque estas desconsideraram a decisão judicial que considerou a greve ilegal", diz o texto.





