Rádio Blog do Ricardo Gama

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ao vivo no blog a partir das 22:30 horas, participe, mandando idéias e denúncias

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A partir das 22:30 horas estarei ao vivo no blog comentando algumas notícias.

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Brasil aparece na 47ª posição em ranking de liberdade de imprensa

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Acho que vou me mudar para a Holanda...

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Reprodução do jornal Estado de São Paulo



DE WASHINGTON - O Brasil é o 47º em uma lista de 112 países montada pelo Instituto Gallup a partir da resposta à seguinte pergunta: "Você acha que a imprensa do seu país é livre?"

Com as críticas do governo anterior à imprensa ainda frescas, e casos como a censura ao jornal "O Estado de S. Paulo", para 72% dos brasileiros há liberdade de imprensa suficiente no país -para 21%, não (os demais não responderam).

Na média, o levantamento conduzido entre fevereiro e dezembro de 2010 aponta que 67% dos entrevistados acreditam que a imprensa de seu país tenha liberdade suficiente.

Indagada se a percepção de falta de liberdade vem da censura oficial ou da falta de independência da própria mídia, uma porta-voz do Gallup disse que isso varia: "O que podemos ter certeza é que quem respondeu 'não' acha que a mídia em seu país não tem muita liberdade", disse Lauren Kanry.

No alto do ranking está a Holanda, onde 95% dos cidadãos dizem que a imprensa é livre. Na ponta de baixo está o Chade, cuja imprensa só é livre para 27%. No 10º pior posto vem o Equador, onde Rafael Correa está em guerra contra a mídia.
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PF de Brasília é a que menos conclui suas investigações

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Reprodução do jornal Folha de São Paulo


Responsável por investigações sobre União, verbas federais e servidores públicos, a superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal tem a pior produtividade da corporação no que toca à conclusão de inquéritos.

Em 2008, para cada 100 investigações abertas na capital federal, só 28 eram concluídas. Em 2011, a proporção subiu para 70 finalizadas a cada 100 instauradas.

Mas, apesar da evolução, o Distrito Federal obteve nos dois casos o pior resultado, em comparação com as demais unidades da Federação.

Na capital do país, há uma série de investigações complexas envolvendo agentes estatais. O resultado é a existência de casos que ficam anos sem conclusão.

Um exemplo foi o inquérito aberto em 2008 para investigar doações supostamente ilegais feitas ao PT por empresas ligadas a um caso de fraude fiscal da empresa Cisco. Desde então, a apuração não foi finalizada.

Em todo o país, cabe à PF a apuração de casos que vão desde tráfico de drogas a furtos de computador em universidades federais.

Somando todos os Estados, a produtividade da PF quase dobrou. Em 2008, para cada 100 inquéritos abertos, 66 eram concluídos.

Neste ano, a polícia finalizou mais investigações do que abriu: 123 encerradas para cada 100 instauradas.

Os dados a que a Folha teve acesso, recém-compilados, não significam qualidade da prova.

A PF sofreu alguns reveses nos últimos meses, por exemplo, com a anulação de investigações das operações Castelo de Areia e Faktor por parte do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

ESTOQUE

O maior índice de conclusão de investigações nos últimos anos levou o estoque de inquéritos em andamento a cair de 170 mil em 2008 para 100 mil agora.

Delegados também tentam limpar investigações que correm há muitos anos.

Em 2008, havia mais de 27 mil inquéritos abertos havia mais de cinco anos, alguns alcançando 15 anos de tramitação. Hoje esse número caiu para menos de 5.000.

Entre os motivos para o aumento de produtividade está um sistema de videoconferência que permite que a cúpula fiscalize o andamento de inquéritos nos Estados.

Segundo os dados, a PF também conseguiu diminuir o número de cartas precatórias (usadas para ouvir testemunhas e acusados em outros Estados) a executar.
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"CALA BOCA GLOBO": Empurrão de jornalista Monalisa Peerone ao vivo vira caso de polícia

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Reprodução do Folha.com


Vídeo.



O 4º Distrito Policial de São Paulo abriu inquérito para apurar o caso de agressão envolvendo a repórter da Globo Monalisa Perrone, do "Jornal Hoje".

Na segunda (31), Monalisa entrou ao vivo no programa, em frente ao hospital Sírio-Libanês, cobrindo o tratamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi diagnosticado com câncer.

Enquanto divulgava informações referentes a quimioterapia de Lula, Monalisa sofreu um empurrão e a transmissão precisou ser interrompida.

Segundo Paulo Tucci, delegado titular da DP do bairro Consolação, em São Paulo, a repórter foi no mesmo dia à delegacia, onde registrou um boletim de ocorrência. Também foi feito exame de corpo de delito.

Então foi aberto inquérito para investigar o caso. Segundo Tucci, Rodolfo Gouveia Lima e Thiago de Carvalho Cunha, ambos suspeitos de lesão corporal, foram intimados a comparecer à DP e prestar depoimento.

O atendente de telemarketing Rodolfo Lima, 28, diz não ter recebido nenhuma intimação. "Se eu receber, vou lá explicar o que realmente aconteceu", anuncia. Ele diz não ter empurrado a repórter voluntariamente. "Foram os seguranças [da Globo] que nos empurraram e eu fui parar em cima dela", relata.

No entanto, ambos os suspeitos são recorrentes em invadir áreas de transmissão da Globo e tentar atrapalhar suas coberturas. "Essa foi a minha 13ª invasão", diz Lima. "Mas eu nunca agredi ninguém, sempre fiz coisas inofensivas como levantar cartaz, jogar água na minha cabeça e gritar: 'Cala a boca, Globo'".

O atendente diz que os atos ocorrem por ele discordar dos valores éticos e morais da emissora.

Monalisa Perrone foi procurada, mas a assessoria de imprensa da Globo disse que no momento ela não se pronunciará e que o departamento jurídico da emissora está à frente do caso.

Escrivão é afastado após criticar a Polícia Civil

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Até tu Governo de São Paulo ???

As pessoas podem não gostar de criticas, mas elas devem ser livres, fazem parte da liberdade de expressão.

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Reprodução da Folha de São Paulo


O escrivão do 89º DP (Portal do Morumbi) que aconselhou vítimas de um arrastão a se mudarem do Morumbi por conta da atual violência no bairro na zona oeste foi afastado do cargo ontem pela Polícia Civil.Segundo as vítimas do roubo, ocorrido anteontem, o escrivão disse que elas deviam deixar o Morumbi porque a Polícia Civil não tem estrutura para combater a criminalidade. A PM informou que reforçou a segurança após a onda de assaltos na região.
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Câncer pode 'dar mais peso' a indicações de Lula, diz 'Economist'

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Reprodução do UOL.com


Uma reportagem publicada na edição desta sexta-feira da revista "The Economist" afirma que o câncer deve reduzir a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições municipais de 2012, mas dar, por outro lado, mais peso a suas indicações de candidatos.

A reportagem intitulada "Uma nova batalha para Lula" [clique aqui e leia a matéria original em inglês] analisa as implicações políticas do diagnóstico do câncer do ex-presidente, que começou a fazer tratamento de quimioterapia no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, nesta semana.

"Tirando uma recuperação impressionante, os candidatos do PT em 2012 terão de fazer campanha sem ele (Lula)", avalia a revista.

"Mas as palavras que ele proferir serão difíceis de ignorar. O sentimento de solidariedade com ele dará mais peso às suas indicações de candidatos e pedidos de unidade na coalizão."

O artigo rejeita as alegações, feitas por críticos, de que a atual presidente, Dilma Rousseff, discípula de Lula, age na sombra de seu mestre. "Ela pode facilmente permanecer de pé nas próprias pernas", afirma.

"O seu forte desempenho afastou a ideia, e o próprio Lula já disse que apoiaria a sua reeleição em 2014."

Sobre a possibilidade de o próprio Lula sair candidato nas próximas eleições presidenciais, como, segundo a revista, têm sugerido diversos membros do PT, a reportagem diz que esta hipótese fica mais distante - por enquanto - com o câncer de Lula.

"Como Dilma Rousseff mesmo comprova, sobreviventes de câncer podem ser eleitos presidente do Brasil. Mas embora os médicos de Lula digam que o prognóstico dele é 'muito bom', tais vozes agora devem ficar em silêncio - pelo menos por enquanto."

Suspeita de participação de policiais em crimes arranha imagem do Bope

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Reprodução da Folha de São Paulo



Apontado como o que há de melhor na polícia do Rio e famoso pelos dois filmes "Tropa de Elite", o Bope vive dias de batalhão comum da Polícia Militar. Três casos acenderam o alerta do coronel René Alonso, comandante da unidade: Cena 1: Na retomada do complexo do Alemão, em novembro de 2010, um tenente deu voz de prisão ao chefe, um major, por suspeita de que ele teria roubado um fuzil.

Dias depois, a Polícia Federal flagrou, em escuta autorizada pela Justiça, o policial negociando a arma com o traficante Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha.

Cena 2: Na mesma operação, um sargento flagrou outro, ambos do Bope, saqueando casas. Prendeu-o. Cena 3: Em abril, o cabo Mauro Lopes de Figueiredo, instrutor da unidade, foi preso por suspeita de desviar 1.841 munições de pistola e de fuzil.

Há uma década, os "caveiras" eram 120. Hoje, são 480. Para atuais e ex-policiais da unidade, o tamanho transformou o Bope na "máquina de guerra" que o capitão Nascimento cita nos filmes, mas impede um acompanhamento do policial como até o ano 2000.

O Bope informa que o aumento de efetivo não atrapalha o processo. Há dez anos, 15 policiais vasculhavam a vida dos 120 homens do batalhão. O Bope não informa quantos são hoje. Segundo policiais da unidade, o número é o mesmo.

"Essa ânsia de aumento do efetivo deveria levar o batalhão a fortalecer seus processos de seleção e treinamento. Corre o risco de virar um batalhão convencional", diz Paulo Storani, ex-instrutor do Bope.

O major flagrado roubando o fuzil no Alemão não respondeu a inquérito. Foi encaminhado a um batalhão da PM. Em 2008, dois cabos e dois sargentos foram acusados pela PF de fazer segurança para Alcebíades Garcia, irmão do contraventor Maninho. Todos foram expulsos do batalhão.

Agora, a PF e o próprio Bope suspeitam que algum "caveira" faça segurança para Nem da Rocinha. Em setembro, uma operação da PF "vazou" após pedido de apoio do Bope. Na véspera, comentou-se numa rede social que os moradores da Rocinha esperavam a operação. A ação foi adiada.
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RAIO-X DO BOPE do Rio de Janeiro

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Reprodução da Folha de São Paulo

Fundação
19 de janeiro de 1978

Efetivo
2011: 400 policiais
2001: 120 policiais

Corregedoria interna
15 policiais, desde 2001

Salário
R$ 2.712

Como ingressar?
Ser PM no Rio há pelo menos dois anos e ser aprovado em avaliações física, médica e psicológica

Como é o treinamento?
Dura de 3 a 6 meses e prepara para intervenções em regiões de conflito e resgate de reféns

PROBLEMAS RECENTES

NOV.2010
Tenente suspeita de que major desviava fuzil na invasão ao Complexo do Alemão e dá voz de prisão ao chefe, que foi afastado. Não houve inquérito

JUN.2011
Cabo Mauro Lopes de Figueiredo é preso pela PF por desviar 1.841 munições de pistola e fuzil da PM

SET.2011
Numa quinta, PF pede apoio para operação contra o tráfico na Rocinha na segunda-feira seguinte. No domingo, um comentário anônimo no Twitter e em sites de notícias informa sobre a operação

Agnelo Queiroz exonera toda a cúpula da Polícia Civil do Distrito Federal

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Por que Sérgio Cabral não exonera a cúpula da Segurança Pública ?

Resposta: Ninhuém incomoda e investiga as suspeitas de ROUBALHEIRAS de Sérgio Cabral e seus aliados.

Como se ter uma Polícia Civil independente. se ela é subordinada ao Governo do Estado ???

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Reprodução do jornal Estado de São Paulo

BRASÍLIA - O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, oficializou nesta quinta-feira, 3, a exoneração de toda a cúpula da Polícia Civil. Ao todo, 43 delegados-chefes, sete diretores de departamento e a diretora-geral, Mailine Alvarenga, foram afastados.

A mudança, segundo delegados, é uma reação à divulgação de escutas telefônicas que captaram conversas de Agnelo com o policial militar e lutador de Kung Fu João Dias Ferreira, delator dos desvios de verbas no Ministério do Esporte.

As escutas, autorizadas judicialmente, foram gravadas pela própria Polícia Civil no âmbito da Operação Shaolin, que investigou supostos desvios de dinheiro público que deveria ir para uma organização ligada ao PCdoB, ex-partido de Agnelo. O conteúdo dos diálogos, revelado no fim de semana pela revista Época, mostra a existência de uma proximidade entre Agnelo e Dias. O governador sempre negou qualquer relação mais próxima com o PM.

De acordo com as escutas, Ferreira recorreu a Agnelo, então diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que o ajudasse a montar sua defesa em processo que responde na Justiça Federal por irregularidades na execução de convênio do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Na ação, o policial é cobrada a restituir cerca de R$ 3,2 milhões aos cofres públicos.

Agnelo e Dias vinham sustentando que seu relacionamento se restringiu a 2006, quando os dois foram candidatos do PCdoB ao Senado e à Câmara Legislativa do DF. O inquérito com as interceptações telefônicas fazem parte de ação penal que tramita na 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília.

Comandada por réu no Supremo João Paulo Cunha (PT), CCJ inclui na pauta anistia a mensaleiros

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Olhas os petralhas ai gente !!!

Ahh, se o Brasil fosse um país sério...

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BRASÍLIA - O projeto que anistia os deputados cassados pela Câmara no escândalo do mensalão, descoberto em 2005, foi incluído na pauta da reunião da próxima quarta-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal comissão da Casa. O presidente do colegiado e responsável por definir a pauta é o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus no processo sobre o tema que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

A proposta polêmica é de autoria do ex-deputado Ernandes Amorim (PTB-RO) e beneficiaria José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Pedro Corrêa (PP-SP) - os três foram cassados e também são réus no processo do STF. Se aprovada a anistia, eles poderiam disputar a eleição. A cassação os privou dos direitos políticos por oito anos.

Amorim argumenta na justificativa do projeto que a Câmara absolveu a maioria dos deputados citados no esquema o que, na visão dele, tornaria injusta a manutenção da punição somente aos três cassados.

"Não se justifica a manutenção da pena de inelegibilidade apenas para os três parlamentares cassados em plenário, designados arbitrariamente para expiar a culpa de grande parte dos parlamentares", diz o autor.

O projeto tramita de forma conjunta com outra proposta, de autoria de Neilton Mulim (PP-RJ), que sugere exatamente o contrário. O projeto do deputado fluminense proíbe "a concessão de anistia aos agentes públicos que perderam a função pública em decorrência de atos antiéticos, imorais ou de improbidade". Por ambos tratarem do mesmo tema, ainda que com visões opostas, eles estão apensados.

Por tramitarem conjuntamente, quando no início deste ano Mulim pediu o desarquivamento de seu projeto o que trata da anistia aos mensaleiros também voltou a tramitar. Ambos agora estão prontos para entrar na pauta da CCJ.

Recuo. Na quinta-feira, 3, à noite, após ser questionado pelo Estado, João Paulo disse que determinaria que o projeto fosse retirado da pauta.

Relator das duas propostas, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) deu parecer contrário a ambas. Em relação ao projeto de Mulim o peemedebista argumentou que a anistia tem "fim social" e está prevista na Constituição, não sendo possível acabar com essa possibilidade por meio de um projeto de lei ordinária. No caso da anistia aos chamados "mensaleiros", Chalita vota de forma contrária por considerar a proposta "casuística" e ofensiva ao princípio constitucional da "moralidade".

"A adoção do casuísmo, isto é, a subordinação do interesse geral ao caso particular conforme a conveniência política do momento, além de afrontar comandos fundamentais do processo legislativo, implica, no caso concreto, ofensa ao princípio da moralidade previsto nos arts. 37, caput, e 14, § 9.º, ambos da Constituição", argumenta Chalita.

O parecer contrário, porém, não significa que o projeto será rejeitado. O plenário da comissão pode rejeitar a orientação do relator e aprovar o projeto. Tal mudança pode ser feita num "voto em separado" ou mesmo com um pedido de preferência para analisar a proposta desejada antes do voto do relator.

Empenhado em voltar rapidamente à política, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado como chefe do esquema do mensalão, já disse que buscará a anistia no Congresso se for absolvido pelo Supremo. O processo deve ser julgado pela Corte no próximo ano.

Mesmo se forem considerados inocentes pelo STF, os três não podem disputar eleições até 2015 porque perderam os direitos políticos ao serem cassados pelos colegas. Só um projeto de anistia, aos moldes deste que está na CCJ, poderia reverter essa situação.


SEM MORAL !!! PM do Rio abre exceções para 'patotas' em batalhões

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O que esses caras dizem nção se escreve, é tudo PAPO FURADO !!!

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A Polícia Militar do Rio começou a abrir exceções para permitir que os novos comandantes de batalhão continuem a carregar policiais de suas panelinhas nas transferências. Em nota, a PM diz que além do subcomandante e de dois motoristas, agora é permitido levar o "pessoal de apoio administrativo", desde que autorizado.

Não foi o que comandante geral da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro, prometeu ao tomar posse. Em entrevista à rádio CBN, no dia 6 de outubro, ele informou que seria permitida apenas a nomeação do subcomandante. Em momento algum ele citou a possibilidade de transferência de pessoal de apoio administrativo. Ele citou sua experiência própria para justificar a medida: "Eu nunca levei equipe. Única equipe que eu levava era meu subcomandante". Ouça aqui a entrevista do coronel Erir.

No dia 11 de outubro, o novo relações-públicas da PM, tenente-coronel Frederico Caldas, voltou a falar do assunto na rádio CBN. Ao ser perguntado pelo jornalista Maurício Martins sobre a proibição dos coronéis levarem suas equipes, o oficial confirmou e nada disse sobre exceções.

Leia a íntegra da nota da Polícia Militar sobre o caso:

"A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em resposta à matéria veiculada hoje (03.11.2011), no Jornal Extra, esclarece que todas as regras de movimentação de pessoal impostas pela corporação estão sendo respeitadas. Desde que assumiu o comando no dia 29 de setembro de 2011, o coronel Erir Ribeiro Costa Filho determinou que os novos comandantes comissionados levassem consigo apenas o subcomandante e, caso autorizado pelo chefe do Estado-Maior Operacional, a quem cabe exercer o controle das movimentações, também o pessoal de apoio administrativo.
"O coronel Wolney Dias Ferreira, comandante do 12º BPM (Niterói), solicitou ao comando a movimentação de seus motoristas e de pessoal de apoio, que foi autorizada, tratamento análogo destinado a outros comandantes de acordo com os critérios de avaliação. Cabe ressaltar, que o fragmento do boletim interno da corporação publicado no jornal revela que a data da movimentação de doze policiais militares da Unidade Prisional (UP/PMERJ) para o 17º BPM (Ilha do Governador) aconteceu em período anterior à posse do coronel Costa Filho. Tal aspecto temporal é determinante para ratificar que as ordens do comandante-geral, diferentemente do que o jornal publica em sua capa “Ordem de comandante da PM não valeu de nada”, foram e continuarão sendo cumpridas, na esperança de que as regras do bom jornalismo também o sejam".


Favela da Rocinha: Bope e Batalhão de Choque devem tomar a favela e o Vidigal no dia 13

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Reprodução da capa do Extra



Reprodução do jornal Extra on line

A favela da Rocinha e o Morro do Vidigal, em São Conrado, serão ocupados, ainda este mês, pela Polícia Militar, com vistas à instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Numa reunião feita há alguns dias com o chefe do Estado-Maior Operacional da PM, coronel Pinheiro Neto, ficou definida como 13 de novembro, um domingo, a data em que o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e o Batalhão de Choque tomarão a comunidade, que tem cerca de cem mil moradores.

A ideia de ocupar as duas comunidades é impedir que os traficantes fujam pela mata em direção ao Vidigal. Na reunião feita com a cúpula da PM, foi traçada toda a meta de estratégia.

A comunidade serve de esconderijo para um dos traficantes mais procurados do Rio, Antonio Bonfim Lopes, o Nem. O Disque-Denúncia (2253-1177) oferece uma recompensa de R$ 5 mil por informações que levem à prisão do bandido.

Em nota, a Seseg comentou apenas que, por questões estratégicas, não anteciparia informações sobre ocupações e locais de implantação de futuras UPPs.

Nesta quinta-feira, a Polícia Civil montou uma operação de ordenamento urbano na região. Um policial civil que investiga a favela afirma que muitos bandidos já abandonaram a comunidade, e que armas e drogas foram escondidas. Isso pode explicar, por exemplo, a tranquilidade encontrada por 65 agentes de diversas delegacias especializadas na ação de ontem.

Segundo o subchefe Operacional da Polícia Civil, delegado Fernando Villa Pouca, o objetivo da ação foi coibir práticas irregulares, como as centrais clandestinas de TV a cabo (gatonet) e a venda de produtos piratas, além de apreender motos irregulares.

Durante a operação desta quinta-feira, a polícia se surpreendeu com a apreensão de 90 rojões de “artilharia antiaérea” encontrados na Rua 2, na localidade conhecida como Boquinha. O material estava ao lado de pilhas de pneus. De acordo com o delegado Villa Pouca, a estratégia do tráfico era atear fogo aos pneus para criar uma cortina de fumaça e impedir a visão de policiais que estivessem em aeronaves. Do chão, os bandidos acenderiam os pavios dos rojões, que seriam lançados na direção dos helicópteros.

Foram apreendidas também 31 motos que estavam irregulares. Uma clínica clandestina de aborto e uma central de gatonet foram estouradas na Via Ápia. Em um casa, a polícia também encontrou um laboratório de fabricação de CDs e DVDs piratas, que abasteceriam os camelôs. Vinte e um mil deles foram apreendidos.


Ex-jogador e hoje deputado federal Romário pensa de novo em ser prefeito em 2012

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Reprodução do jornal O Globo, coluna Ancelmo Gois

Prefeito Eduardo Paes a "noiva tímida", não sabe se casa com o PT

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Reprodução do jornal O Dia, Informe do Dia


Vídeo de juiz William Adams do Texas a bater na filha com um cinto causa indignação geral

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Reprodução do site





Um juiz do Texas, EUA enfrenta uma onda de indignação global e uma investigação judicial depois de a filha ter publicado na Internet um vídeo, gravado há sete anos, que mostra as agressões de a própria que era alvo por parte do pai. VEJA O VÍDEO (Atenção: Imagens eventualmente chocantes)

O vídeo, que mostra a rapariga então com 16 anos a ser agredida pelo pai, atraiu a atenção internacional. O pai, o juiz William Adams, admitiu ser o agressor do vídeo, e foi na passada quarta-feira dispensado do seu trabalho por duas semanas, enquanto decorre a investigação.

Em entrevista à KZTV, Adams confirmou a um repórter que ele é o homem que batia na filha com um cinto, no vídeo filmado em 2004.

"Perdi a cabeça" disse Adams à estação de televisão. "A mãe dela estava lá, mas não ficou magoada... já foi há muito tempo... não quero mesmo entrar nisto agora porque como podem ver, a minha vida foi dificultada por causa desta criança".

E continuou: "Na minha cabeça, eu não fiz nada além de disciplinar a minha filha quando ela foi apanhada a roubar. Perdi a cabeça, já pedi desculpa. Parece pior do que é".

Ao telefone com a estação de televisão KRIS, uma mulher alegando ser Hillary Adams, filha do juiz Adams disse ter feito a gravação há sete anos, utilizando uma webcam, quando estava a ser fisicamente castigada pela "obtenção de jogos e filmes da internet". Hillary justificou a espera com a busca do 'momento certo' para revelar o vídeo. "Esperar todo este tempo possibilitou-me perceber bem aquilo que se passou e não agir na paixão do momento".

O vídeo, legendado pela própria filha, dizia: "O juiz Williams não apresenta condições para estar perto do sistema judicial, uma vez que, nem como pai faz um julgamento correcto. Não autorizem este homem a ser reeleito outra vez. A sua capacidade de julgar é uma enorme farsa".

O apoio recebido depois da publicação do vídeo tem sido como uma forma de terapia, segundo Hillary afirmou ao KRIS, no Texas. "As pessoas acreditam em nós agora, já não nos chamam mentirosas como faziam no passado." Disse Hillary.

O advogado do Município de Aransas, Richard Bianchi, disse que o seu escritório sofreu uma enchente de chamadas e emails desde que o vídeo foi publicado. Quando questionado acerca da continuidade laboral do juiz Adams, Bianchi afirmou: "Isso depende do seu estado. Ele terá de se olhar ao espelho e perguntar-se se conseguirá ter uma conduta justa e tomar boas decisões".

Segundo disse à CNN uma funcionária do município, Peggy Friebele, o Juiz Adams foi eleito o ano passado para um contrato de quatro anos, enfrentando eleições apenas daqui a três. William Adams era o juiz do município antes de ser eleito juiz distrital há 10 anos.

Como juiz, Adams trabalha com casos de ofensas menores, como casos familiares e processos de juvenis.

Foi criada no facebook uma página com o nome "Não reelejam o Juiz William Adams", que na quarta à noite já tinha 13 mil "gostos" assinalados. Foram deixadas mensagens de vários países - Austrália, Holanda, Guatemala, entre outros, e foi publicada no YouTube uma versão do vídeo em espanhol. A página do facebook continua em atualização, apresentando agora mais de 19 mil "gostos".

A polícia e o advogado distrital da região estão encarregues da investigação.