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domingo, 2 de outubro de 2011
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Tolerância zero do choque de ordem só não vale para o jogo do bicho

Reprodução do jornal O Globo de hoje, clique na imagen para AMPLIAR.

Tem doido que acha que Secretário Beltrame pode ser senador
Mas sabe como é, tudo depende da "mala" também !!!
Reprodução do jornal O Globo, coluna Ancelmo Gois
Vasco x Corinthians: ônibus de torcedores corintianos são apedrejados e um apresenta marca de tiro

Para muitos torcedores do Corinthians, a partida contra o Vasco só pôde ser aproveitada depois dos 17 minutos do segundo tempo. Isso porque cerca de 40 ônibus que trouxeram os alvinegros de São Paulo estiveram envolvidos em uma confusão com vascaíno na Via Dutra. Alguns foram apedrejados e um levou um tiro. Os policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar (São Cristóvão), conduziram alguns veículos e revistaram torcedores na delegacia antes de liberá-los para seguirem até São Januário.
Hospital abre sindicância p/ apurar desaparecimento de corpo de recém-nascida
Cada dia um relato mais absurdo e inacreditável envolvendo a saúde do Rio de janeiro, onde nós vamos parar ?
RIO - O Hospital das Clínicas de Niterói (HCN) confirmou neste domingo o desaparecimento de uma recém-nascida, ocorrido na última quinta-feira. De acordo com informações da unidade, o caso foi registrado na 76ª DP (Niterói), e o hospital abriu uma sindicância interna para apurar os fatos. Segundo a nota divulgada pelo HCN, a bebê nasceu prematuro no dia 21 do mês passado, com 30 semanas e 490 gramas, o que é considerado "prematuridade extrema". A criança permaneceu internada na UTI Neonatal do hospital por seis dias, até a sua morte. Dois dias depois, o corpo desapareceu do necrotério hospitalar.
A direção do hospital ressaltou no texto que o HCN nunca registrou nenhum fato similar, e que "além de lamentar profundamente o ocorrido, solidariza-se com a família e se compromete em não envidar esforços para esclarecer os fatos e punir os envolvidos". Outra medida anunciada pela unidade é a instalação de câmeras de monitoramento no corredor do necrotério, área que "já é de controle restrito", segundo a nota.
A direção do hospital informou que o resultado da sindicância interna, formada por representantes da direção, equipe de enfermagem e administração, deve apresentar um relatório sobre as possíveis causas do desaparecimento em até 15 dias.
No Rio tem que segurar tudo, é um salve-se quem puder !!!
Michel Temer, ele é mesmo o que ?
Passageiros são assaltados em ônibus na Zona Sul do Rio
Um homem foi preso e um menor detido no início da tarde deste domingo (2) no Flamengo, na Zona Sul do Rio, suspeitos de assaltar passageiros de um ônibus, na altura da Praia do Flamengo. De acordo com a Polícia Militar, todos os passageiros do coletivo tiveram pertences roubados, mas o ônibus não estaria muito cheio.A dupla formada por um menor de idade que já tem cinco passagens por roubo pela polícia, e um homem de 37 anos.
De acordo com o 2º BPM (Botafogo), os dois teriam embarcado no coletivo da linha 413 (Usina - Jardim de Alah) em Botafogo, quando ele estava indo no sentido Usina. No momento dos assaltos, o motorista do veículo fez contato com policiais que faziam patrulhamento da área piscando os faróis do ônibus.
Os policiais entraram no ônibus e flagraram os assaltos. Com os dois foram apreendidas mochilas, documentos e carteiras das vítimas. Um ambulante que vendia bala dentro do coletivo também teve o material roubado, de acordo com o batalhão. Ninguém ficou ferido na ação. Os dois simulavam estar armados durante a ação, mas nenhuma arma foi encontrada com eles.
O caso foi encaminhado para a 12ª DP (Copacabana). Na delegacia, dois passageiros confirmaram a versão do motorista.
Major reformado da PM é baleado durante tentativa de assalto
Mais um crime bárbaro, isso é inaceitável.

Um major reformado da Polícia Militar foi baleado na tarde deste domingo (2) durante uma tentativa de assalto no bairro da Olaria, zona norte do Rio.
De acordo com os agentes do Batalhão de Olaria (16º BPM), a tentativa de assalto aconteceu na rua Guaratinguetá, na altura no número 274. Ainda segundo os policiais, um suspeito também foi baleado e outros dois conseguiram escapar em um carro.
O major foi levado para o Hospital Getúlio Vargas. Não há informações sobre o estado de saúde dele.
Dunga diz que não põe a mão no fogo por CBF, Teixeira e Rede Globo

O técnico da seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010 quebrou o silêncio. Em sua primeira grande entrevista após a queda traumática diante da Holanda, no ano passado, Dunga falou sobre os atritos que teve com a imprensa e que não põe a mão no fogo pela CBF, por Ricardo Teixeira e pela maior parte da equipe da Globo.A conversa de mais de uma hora e meia teve o jornalista Jorge Kajuru, do Esporte Interativo, como interlocutor. No longo papo, que vai ao ar às 23h da próxima terça-feira, Dunga defendeu seu trabalho à frente da seleção e rebateu parte das críticas que sofreu.
No tradicional quadro do programa Kajuru Pergunta, ele disse que não colocaria a mão no fogo por Ricardo Teixeira, CBF, Fifa, Galvão Bueno, Falcão e Casagrande. Da equipe da Globo, só salvou Fátima Bernardes, explicando que só falou com a apresentadora do Jornal Nacional antes de ir à Copa e que nunca a deixou 40 minutos esperando pela resposta para uma entrevista, como especulou-se.
Ronaldinho Gaúcho, que recentemente disse ao CQC, da Band, que daria um carrinho “para machucar” em Dunga, também entrou na lista. Além de dizer que não põe a mão no fogo pelo flamenguista, o ex-técnico da seleção disse que deu ao ex-melhor do mundo as chances para a reabilitação.
Desde a sua saída da seleção, Dunga viu o cenário de clausura imposto na África do Sul se abrandar. Na tentativa de reaproximar-se da Globo, a CBF voltou a liberar entrevistas exclusivas dos atletas a serviço do Brasil, agora sob o comando de Mano Menezes.
Policiais de MG são roubados no Rio e soldado é acusado de participar do assalto
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Dois policiais militares de Minas Gerais, que estavam no Rio a passeio, tiveram suas respectivas motos roubadas na madrugada deste sábado, em Ricardo de Albuquerque. Os dois foram abordados por quatro assaltantes dentro de um celta azul em frente ao cemitério, na Marechal Alencastro, e pediram ajuda ao agentes dos 34º Batalhão de Polícia Militar, que iniciaram um cerco na região. Os PMs avistaram as motos, conseguiram recuperar uma delas e prenderam o soldado do Exército que a dirigia. A outra motocicleta e o celta seguiram para a Favela do Muquiço. O preso foi encaminhado para o 34ª DP, onde foi fichado, mas liberado em seguida por não ter sido reconhecido por uma das vítimas.Como a juíza Patrícia se tornou a inimiga número 1 da quadrilha do Cel Claudio
Qual era o interesse em deixar a juíza desprotegida ?
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Patrícia Lourival Acioli, a juíza assassinada com 21 tiros em Niterói, assinou sua sentença de morte ao colocar ela própria e a magistratura no caminho de uma quadrilha de maus policiais que, até então, atuava à vontade no município de São Gonçalo, o segundo mais populoso do estado do Rio. O resultado da série de crimes praticados pelo grupo começou a vir à tona no ano passado, quando uma força tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil encontrou irregularidades nos autos de resistência do 7º BPM (São Gonçalo). Autos de resistência são a forma que as polícias têm para registrar as mortes em situação de confronto, geralmente quando a voz de prisão não é cumprida e os suspeitos passam a ameaçar a vida do policial. Na prática, Brasil afora, esses registros são também um mecanismo para ocultar abuso dos policiais, execuções, ‘queimas de arquivo’ e erros de tropas mal preparadas. Este era o alvo da juíza. E foram esses os seus algozes.VEJA desta semana mostra que o trabalho dos promotores e dos policiais do núcleo de homicídios de uma delegacia daquela cidade, a 72ª DP (Mutuá), encontrou, nos autos de resistência registrados entre 2004 e 2010, um volume assustador de registros forjados: de 60 autos de resistência analisados, só seis eram verdadeiros, e 54 escondiam detalhes que enquadram as mortes no grupo de crimes cometidos por policiais – quase todos de PMS do 7º BPM (São Gonçalo).
Patrícia Acioli, titular da 4ª Vara Criminal da cidade, passou, então, a receber o material das investigações do MP e da Polícia Civil e, como manda a função, a decretar as prisões de policiais envolvidos em autos de resistência forjados. A insatisfação com as prisões se espalhou entre os maus policiais da região, e o nome da juíza entrou para a lista de inimigos da quadrilha. Curiosamente, os crimes de execução e a corrupção ficaram por um bom tempo escondidos por dados oficiais de criminalidade. O coronel Mário Sérgio Duarte, exonerado a pedido na quarta-feira do cargo de comandante-geral da PM, afirmou que o então comandante do batalhão de São Gonçalo, tenente-coronel Cláudio Luiz Silva Oliveira, vinha conseguindo reduzir os índices de criminalidade
O tiro que deu início à morte de Patrícia Lourival Acioli foi disparado dez meses antes da noite em que o Fiat Idea da juíza foi emboscado em Niterói. Em 21 de outubro de 2010, uma semana depois de o tenente-coronel Claudio Luiz de Oliveira assumir o comando do 7º BPM (São Gonçalo), George da Conceição Silvestre, de 18 anos, foi morto com dois tiros. Um deles atingiu o rapaz no peito, o outro, em uma das pernas. Os disparos foram feitos por policiais em uma ação na Favela do Salgueiro. As investigações sobre o crime mostraram que os policiais desmontaram a cena do crime, com o intuito de dificultar a perícia. Em 24 de janeiro deste ano, a juíza decretou a prisão dos quatro PMs que participaram da ação que vitimou George e do major Rodrigo Bezerra de Barros, chefe do Serviço Reservado do 7ºBPM e braço direito do coronel Claudio.
Patrícia, a essa altura, tinha convicção de que o comandante do 7º BPM tinha conhecimento dos crimes, e, no mínimo, acobertava as execuções. No Fórum de São Gonçalo, ela começou a dizer que, depois de conseguir prender Bezerra, prenderia também o coronel Claudio.
A insatisfação do grupo de policiais com a atuação da juíza era crescente. Veio, então, a resposta do comandante do 7º BPM. Uma semana depois da prisão do major, foi determinada a transferência de três policiais do 7º BPM para outras unidades. Dois deles são PMS que, informalmente, cuidavam da proteção da juíza - desde 2007 ela não tinha a escolta oficial do Tribunal de Justiça, mas o batalhão da cidade cedia dois homens para trabalhar com a magistrada. Foram transferidos o cabo Marcelo Poubel Araújo, namorado de Patrícia, enviado para dar plantão na Linha Vermelha, na capital. O outro removido foi Eduardo Fernando Pasqual de Oliveira, enviado para o 12º BPM (Niterói). Apesar de lotados no batalhão de São Gonçalo, ambos trabalhavam dentro do gabinete da juíza, na 4ª Vara Criminal, no Fórum de São Gonçalo, e ficavam à disposição de Patrícia, como escolta. Um terceiro PM também foi transferido: o cabo Rimel Teixeira de Siqueira, que atuavam no fórum e realizava o trabalho de escolta de presos da 4º Vara Criminal, onde trabalhava a juíza. Siqueira foi mandado para o 4º BPM (São Cristóvão).
A transferência dos policiais deixou Patrícia Acioli ainda mais vulnerável. A juíza, que tinha sobre a mesa uma série de crimes cometidos por policiais, deixou de ter o amparo dos PMS que a apoiavam no gabinete – e os policiais acusados de crime, alvo do trabalho da magistrada, sabiam da mudança.
Patrícia sabia do perigo que corria, e sentiu-se desprotegida. A juíza tentou argumentar com o tenente-coronel Claudio, mas ouviu dele uma resposta irônica. “São ordens superiores”, disse o comandante da unidade. Neste período, a juíza se queixou com amigos, e o enteado da juíza foi perseguido nas ruas de Niterói.
As investigações do assassinato da juíza mostram que outro crime atribuído ao grupo de policiais do 7º BPM contribuiu para que ela entrasse para a lista de alvos do bando. Em 3 de junho de 2011, outra ação dos policiais da unidade faz uma vítima na Favela do Salveiro. Dessa vez a vítima foi Diego Beliene, também de 18 anos. Em 16 de junho, a juíza decretou a prisão de três PMs do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 7º BPM, todos homens de confiança do tenente-coronel Claudio, acusados de executar Diego.
Benitez acompanhava o coronel tenente-coronel Claudio em suas unidades. Quando Oliveira era subcomandante do 3º BPM (Méier), o tenente foi preso em flagrante, roubando cerveja de um caminhão. Ao ser nomeado para comandar o 7º BPM, Oliveira levou o amigo. O grupo sabia que as investigações sobre a morte de Diego prosseguiam, e temia que Patrícia Acioli decretasse novas prisões. O trio preso por executar a juíza - Benitez, e os cabos Sérgio Costa Júnior e Jeferson de Araújo Miranda – teve, segundo a Polícia Civil, o objetivo de evitar suas prisões. Horas antes de ser vítima do ataque, Patrícia assinou a decretação das prisões dos três policiais.
CAOS TOTAL: UPA's do Sérgio Cabral fecham as portas
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Falta de especialistas também afeta moradores do Complexo do Alemão, que são obrigados a ir para outras unidades. “Só atendem se temos febre. E não ter pediatra é absurdo”, pontuou Fátima Chagas,49. Na Penha, o quadro é o mesmo. “Estou com dor na coluna, e não tem ortopedista”, diz Sebastiana Santos, 77.
Os problemas para tirar a identidade no Rio

Pré-atendimento ineficaz e máquina quebrada há quatro anos
Em nota, o Detran-RJ alega que a grande demanda — por mês são expedidas 98 mil carteiras — pode gerar filas e sustenta que a média de espera não passa de 50 minutos. O órgão não faz agendamento por telefone. Embora no site www.detran.rj.gov.br haja indicação de ‘pré-atendimento’, o departamento destaca: “Isto não propicia atendimento fora da ordem de chegada”. O Detran informou ainda que senhas são adotadas em postos de maior movimento e que a máquina fotográfica do posto do Estácio foi trocada após contato do jornal.
Policiais Civis dão carteirada para entrar no Rock in Rio
RIO - Policiais civis estão dando carteirada para entrar no Rock in Rio. Sem ingresso ou crachá de credenciamento, eles estão apresentando o distintivo para tentar assistir aos shows. A maioria não está em serviço, sendo que alguns ainda tentam liberar a entrada de mulheres e amigos. De acordo com um segurança que estava impedindo o acesso de quem não tinha credencial, mais cedo, um grupo de policiais discutiu asperamente com um integrante da organização do festival. O episódio chegou ao comando da Polícia Civil, que reiterou que somente policiais em serviço, credenciados e com distintivo tinham autorização para acessar a Cidade do Rock. Em meia-hora, entre 23h e 23h30m, O GLOBO presenciou quatro policiais civis e um bombeiro tentando ingressar na Cidade do Rock pelo portão exclusivo de credenciados. Todos foram barrados. Além deles, duas policiais, com camisas da corporação, conseguiram entrar. Um outro homem, que se apresentou como policial e já estava na área de shows, apareceu no portão para tentar a liberação do colega, sem sucesso. Outro argumentou que havia trabalhado no evento em dias anteriores. Em vários momentos, um dos seguranças reiterou que era determinação da chefia da corporação não permitir a entrada de policiais não credenciados.
- Olha aqui meu distintivo. Então quer dizer que mesmo tendo trabalhado para vocês (sic), não tenho autorização para entrar? - disse o policial.
O delegado Orlando Zaconne afirmou que policiais flagrados utilizando o distintivo para tentar assistir aos shows serão encaminhados para o Juizado Especial Criminal (JECRIM) e responderão a processo.
Torcidas rivais se unem em manifestação contra Ricardo Teixeira no RJ
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Torcedores começaram a se concentrar na Candelária, no centro do Rio de Janeiro, por volta das 11h deste sábado (1º), para protestar contra o comando de Ricardo Teixeira à frente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do COL (Comitê Organizador Local) da Copa do Mundo.
Com o grito de guerra “quero de vota o futebol para o torcedor”, manifestantes percorreram as ruas do centro do Rio. O encontro terminou por volta de 14h neste sábado (1º) no largo da Carioca. Representante da Anel (Associação Nacional dos Estudantes Livres) Jorge Badaí disse que a população deve investir em mobilizações para fazer valer sua opinião.
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O jovem Gustavo Pereira, de 21 anos, participou pela primeira vez de uma passeata da Frente Nacional dos Torcedores. Segundo ele, os altos preços dos ingressos é uma das coisas que mais o incomoda na atual administração do futebol brasileiro.
- Esqueceram o lado dos torcedores dentro dos estádios, que acabam pagando caro para assistir ao jogo.
Os primos Bruno, de 14 anos, e Rafael, de 16, saíram da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, para participar da manifestação. Segundo Rafael, a motivação é conseguir transparência no futebol.
- São os escândalos de corrupção, superfaturamento da Copa, falta de licitação e outras coisas que deixam o povo indignado. E ninguém faz nada. Por isso estamos aqui.
Os garotos souberam da passeata por meio de um site de relacionamentos. De acordo com um dos organizadores do evento, João Marques, mais de 11 mil pessoas confirmaram presença no evento na página da FNT (Frente Nacional dos Torcedores) no Facebook.
- O movimento está ganhando força e se espalhando pelo país. Vamos persistir até a queda do Ricardo e a democratização do futebol.
O protesto começou na Candelária, passou pelas avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, acabando no largo da Carioca. Ao longo do caminho, os manifestantes distribuíram panfletos sobre os motivos da passeata.
Também neste sábado o presidente da CBF recebeu alta do do Hospital Pró Cardíaco, onde estava internado desde a noite desta última quinta-feira (29), quando deu entrada no hospital ao lado de sua esposa com fortes dores abdominais.
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Etapa social das UPPs anda em marcha lenta no Rio
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Rio - Nem tão bem quanto gostaríamos, nem tão mal como antes." A frase é carregada de mágoa, mas desprovida de rancor. José Lins Filho, de 58 anos, nascido e criado no alto do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, zona norte do Rio, resume a decepção dos moradores da favela. Um ano após o lançamento da UPP Social, as melhorias do programa que é o passo seguinte à ocupação policial do morro chegam em doses homeopáticas.A promessa da prefeitura é levar às favelas pacificadas os serviços públicos das áreas de ocupação formal, mas a avaliação geral nessas comunidades é que o ritmo está muito lento. O projeto - não por acaso batizado com a sigla da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) - prevê investimentos de R$ 1,1 bilhão até 2012.
Das 12 favelas onde a UPP Social se diz presente, a situação mais crítica é a do Macacos, mas até no Morro Dona Marta, em Botafogo, zona sul - a mais antiga das 17 UPPs, com quase 3 anos -, ainda corre esgoto a céu aberto. Nesse item, a vida real das comunidades mudou muito pouco.
Em maio, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, reclamou da demora na chegada de investimentos sociais às UPPs. "Nada sobrevive só com segurança. É hora de investimentos sociais", disse, na ocasião.
A questão do lixo é crucial. O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, diz que a prefeitura investiu R$ 9 milhões em uma logística de coleta específica para favelas, que tem custo mais elevado. Inaugurada no Complexo do Alemão, por enquanto só chegou a duas UPPs (Borel e Andaraí).
O Alemão é a exceção nesse ponto, após investimentos de R$ 725 milhões ao longo de três anos, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento. Nesse morro, a coleta de lixo é quase tão boa quanto no asfalto e não há esgoto nas ruas.