Rádio Blog do Ricardo Gama

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Hoje às 22:30 horas ao vivo no blog

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Zona Sul do Rio tem pouco policiamento nas ruas

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Cadê o policiamento Sérgio Cabral ?

Vejam ao final da matéria, a indignação de uma moradora com a UPP, tudo farsa e um golpe de Sérgio Cabral.

Até o povo da Zona Sul está reclamando do abandono, e o Globo dando a matéria, sinal que o bagulho é mais grave do que se imagina.

Reprodução do Globo on line

RIO - Há pelo menos dois anos, desde que se mudou, a moradora Zuila de Araújo, de 54 anos, não vê um só policial na cabine da Avenida Epitácio Pessoa, próximo à Fonte da Saudade, na Lagoa. O módulo ganhou até o apelido de "cabine fantasma" na vizinhança. Não é o único caso na cidade. Das oito unidades existentes num trajeto de 51km percorrido ontem por uma equipe do GLOBO, apenas três tinham policiais. E, mesmo assim, solitários e a pé. A ausência de policiamento provoca uma sensação de insegurança na população, que, embora elogie o projeto das UPPs e haja uma redução do número de crimes no estado, incluindo assaltos a transeuntes, reclama do número reduzido de PMs nas ruas.

Zuila conta que já perdeu as contas de quantas vezes foi assaltada:

- Passeio com meu cachorro todos os dias e nunca vi um PM nessa cabine, nem para fazer figuração.

Na quarta-feira, nem mesmo nos locais da Lagoa e do Leblon onde recentemente foram registrados assaltos havia policiamento. Na Fonte da Saudade, onde há uma semana a empresária Anna Clara Hermann foi atacada por dois homens armados, moradores se queixaram da falta de segurança.

- Além da falta de policiamento, a iluminação deficiente das ruas também assusta. Eu não saio de casa depois que escurece - disse a artista plástica Regina Lima, de 54 anos.

Para ser novamente ativada, a "cabine fantasma", toda pichada, precisaria no mínimo de uma faxina, porque virou depósito de geladeiras de isopor, provavelmente de ambulantes da área. Numa outra cabine, ainda na avenida, já no acesso à Autoestrada Lagoa-Barra, um policial sozinho e sem carro de apoio varria o módulo novinho em folha.

- Se pelo menos a vassoura voasse, ele poderia socorrer alguém - ironizou a aposentada Anita Silva, de 68 anos. - De manhã cedo e no fim da tarde, é perigoso andar na Lagoa, porque os assaltos são frequentes.

Nas principais vias internas do Leblon e de Ipanema, o policiamento ostensivo está só nas extremidades. Na Avenida Ataulfo de Paiva, por exemplo, uma van da PM fica estacionada logo após a esquina da Rua Dias Ferreira. Mas ontem estava vazia. Só na outra ponta da avenida havia policiamento: um carro com dois PMs. Nem mesmo na Dias Ferreira, onde há registros recentes de assaltos, policiais foram vistos ontem. Maria de Lourdes Ferreira, de 40 anos, mora na rua há dez anos e conta que já foi assaltada três vezes chegando em casa:

- Todas as três vezes, os assaltos foram praticados por menores, sem armas, para roubar celulares. Esses ataques seriam evitados facilmente por um PM circulando a pé.

Em Ipanema, uma cabine no início da Rua Visconde de Pirajá estava ocupada por um policial apenas. Ele contou que nem sempre há PMs no módulo e que muitas vezes eles são deslocados. Moradores disseram que nos domingos é raro ver policiais ali.

- Quando as UPPs foram inauguradas nas favelas, pensei que estaria mais segura. Depois, percebi que o policiamento no asfalto foi reduzido - lamentou Mônica Barros, de 46 anos, moradora do bairro.


Draco: Documentos de denúncia de corrupção apresentado por Allan Turnowski são falsos

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Allan Turnowski foi inocentado de todas as acusações.

Agora se descobre que documentos apresentados por ele eram falsos.

E aí ?

Alguém cometeu um grave crime, será punido ?

Reprodução do jornal O Dia on line


Rio - Os documentos apresentados pelo ex-chefe de Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, como prova do envolvimento de agentes da Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE) em esquemas de corrupção, são falsos. A conclusão consta no laudo da perícia realizada pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) no material apreendido, em fevereiro deste ano. A autoria da falsificação é apurada pela Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol).

No dia 14 de fevereiro, o ex-chefe de Polícia Civil entregou documentos à Coinpol afirmando que estavam assinados pelo então titular da Draco-IE, delegado Cláudio Ferraz, e reforçavam denúncias de favorecimento a empresas e prefeituras com suspeitas de fraudes em licitações no estado. A sede da especializada foi lacrada.

Além dos documentos, máquinas de escrever pertencentes à unidade foram apreendidas. Todo o material foi encaminhado pela delegada Adriana Pereira Mendes, da Coinpol, à perícia, que produziu um laudo de 50 páginas assinadas pelos peritos criminais Eloah Mizrahy Bluvol e Luiz Gustavo Faria Briote.

Os dois determinaram que as datas atribuídas ao registro e ao aditamento — embora distintas —, foram datilografadas de uma vez só, que a máquina usada não era nenhuma das apreendidas na Draco, que o formulário do aditamento que suspendia o inquérito era de lote diferente da especializada e que as rubricas e assinaturas foram falsificadas.

“O laudo chegou 15 dias depois da instauração do inquérito, mas não houve divulgação e só tivemos acesso agora”, reclamou Ferraz.

Corregedoria vai investigar

A Coinpol confirmou que o resultado dos laudos foi negativo e que o juiz trancou o inquérito. “No âmbito da Corregedoria, foi gerado procedimento para apurar o aspecto disciplinar”, explicou o subcorregedor, Paulo Henrique da Silva Ribeiro.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil disse que não vai se pronunciar por enquanto. A Secretaria de Segurança não respondeu. O delegado Allan Turnowski, que deixou a chefia da Polícia três dias após as denúncias, está de licença e não foi localizado.




Para ministros, José Sarney não poderia usar helicóptero da PM do Maranhão

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Coitado, o José Sarney ainda se acha presidente da república, não passa de um..., deixa para lá

Reprodução da Folha de São Paulo

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e um especialista em direito administrativo ouvidos ontem pela Folha entendem que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), não tem direito de usar o helicóptero da Polícia Militar do Maranhão durante os fins de semana.
Trata-se, segundo eles, de "desvio de finalidade".

Sarney, por sua vez, acredita que "não prejudicou ninguém" quando viajou até sua residência na Ilha de Curupu (MA) na aeronave, como revelou a Folha.

O modelo foi comprado por R$ 16,5 milhões -com ajuda do Ministério da Justiça- para garantir serviços de segurança e saúde públicas.

Por ser presidente do Poder Legislativo, ele entende ter os mesmos direitos do presidente da República, já que a Constituição diz que os três Poderes são "harmônicos e independentes".

Um decreto de 2008 diz que autoridades do Poder Executivo da União têm direito a veículos de representação "em todo território nacional" -garantindo o uso ao presidente inclusive nos finais de semana.

A regra não cita o presidente do Congresso, mas Sarney, ao evocar a Constituição, diz, em outras palavras que, o que vale para o Executivo, vale para ele também.

Sarney também alega que recebeu um convite de sua filha, a governadora Roseana Sarney (PMDB), para viajar.

Três ministros do Supremo, que conversaram em caráter reservado, avaliam que não existe qualquer legislação que garanta às autoridades federais a utilização de veículos estaduais.

E o agravante, segundo os ministros, seria que o helicóptero da PM não é um veículo de representação, aqueles utilizados apenas para o transporte de autoridades.

A própria norma que garante os tais "veículos de representação" às autoridades fala em outra modalidade: os "de serviços especiais", como o helicóptero da PM do Maranhão, que só podem ser usados para segurança e saúde públicas, fiscalização e segurança e coleta nacionais.

"Ainda que não fosse um veículo da PM, não faz o menor sentido o Estado assumir o ônus. É uma responsabilidade da União [pagar o transporte de autoridades]", diz Carlos Sundfeld, da FGV. (FELIPE SELIGMAN)

CCJ do Senado aprova banco de DNA de presos

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Polêmico, mas acho que é uma boa decisão, a sociedade precisa estar protegida.

Teprodução da Folha de São Pauo.

DE BRASÍLIA - A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que obriga a coleta de amostras de DNA de criminosos condenados por crime hediondo ou praticado com violência contra pessoa.

A intenção é facilitar a identificação do detento que, em liberdade, volte a cometer outro crime.
A proposta permite ainda a coleta do material genético de acusados, se for fundamental à investigação.

Pelo texto, os dados coletados são sigilosos e poderão ser solicitados pela polícia a partir da instalação de inquérito. O Executivo deverá regulamentar como será a coleta.

A proposta deve passar por nova votação na comissão antes de ir para a Câmara.


Ao vivo no blog Ricardo Gama hoje às 14:00 horas comentando notícias do RJ

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Prefeito Eduardo Paes reconhece ser amigo dos traficantes da Favela da Rocinha

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A nota já disse tudo, o que na Favela Da Rocinha não era nenhuma novidade.

Reprodução do jornal O Globo de hoje, coluna Ancelmo Gois













O CAOS no Hospital Geral de Bonsucesso será investigado

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Reprodução do jornal O Dia on line


Rio - A Defensoria Pública da União (DPU) abriu ontem procedimento apuratório para investigar a situação mostrada por O DIA em reportagens sobre falta de insumos e medicamentos no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). O problema fez com que exames e cirurgias fossem suspensas. Os defensores públicos federais André Ordacgy e Daniel Macedo enviaram ofício à unidade do Ministério da Saúde cobrando explicações. O governo federal deve responder até sexta-feira.

Em nota, o Ministério da Saúde alega que as faltas ocorreram de forma pontual. “Não é sistemática a ponto de interferir no funcionamento ou desabastecer o hospital”. Não é o que pensam os defensores públicos. “É inadmissível que um hospital desse porte não tenha materiais básicos para realização de procedimentos cirúrgicos essenciais à preservação da vida. Se há uma má gestão, isso será apurado”, afirma Macedo.

A Defensoria também vai coletar depoimentos de pacientes prejudicados pela carência de materiais, como Waldemir Sales, 56. Como O DIA publicou terça-feira, o aposentado, que sofre de câncer na próstata, teve sua cirurgia para retirada de tumor cancelada três vezes — uma por falta de filmes para exames de raios x.

“O artigo 196 da Constituição garante o acesso à saúde pública integral, de forma gratuita e de qualidade”, afirma Ordacgy. Os defensores pedem que pacientes e familiares que tenham sofrido com a crise denunciem o problema à DPU. As denúncias devem ser feitas a um dos Ofícios de Direitos Humanos e Tutela Coletiva na Defensoria (R. da Alfândega, 70, Centro. Tel: 2460-5000).












Cidinha Campos (PDT) X Janira Rocha (PSOL)

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Reprodução do jornal Extra, coluna Berenice Seara














Fora da ordem - O praça ganha mais que o oficial da PM

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Reprodução do jornal Extra, coluna Berenice Seara













Deputado quer CPI para investigar FARRA de obras sem licitação feitas pelo Governo Sérgio Cabral

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O deputado Paulo Ramos PDT (foto) deu entrada na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com um pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar denúncias relativas à contratação, pelo governo do Estado, de empreiteiras sem licitação, dentre elas a Delta, e o superfaturamento de obras públicas, A CPI será formada por cinco membros e terá prazo de 90 dias para a conclusão, e mais 30 dias prorrogáveis.

“A Alerj tem a obrigação de investigar essa quantidade de obras sem licitação, como vêm denunciando os jornais. É um absoluto e um total descaso com a legislação e com o bom manual de administração pública”, afirmou o deputado. Para ele, Sérgio Cabral está afrontando a opinião pública com obras sem licitação e com os favores que o governador recebe de empreiteiros que têm negócios com o governo.

“No último final de semana, foi publicado que, em mais uma dessas licitações, o governo iria investir cerca de 40 milhões. Indagado, o governador, que estava no exterior, como sempre, ainda teve a ousadia de afirmar que não sabia dessa obra e quem assinou o contrato teria sido seu vice, Pezão. É debochar da nossa inteligência afirmar que não sabe de nada sobre uma obra com um montante volumoso de dinheiro público como essa”, afirmou Paulo Ramos.

A denúncia de mais uma obra sem licitação foi feita pelo jornal O Estado de São Paulo, no último final de semana. Segundo o jornal, Cabral assinou mais oito contratos, sem licitação, com a Delta Construção, no valor total de R$ 37 milhões, para obras na Região Serrana. O fato ocorre apenas dois meses após o trágico acidente com o helicóptero na Bahia que matou sete pessoas, entre elas a namorada do filho do governador Sérgio Cabral e a mulher de Fernando Cavendish, dono da Delta e amigo do governador.












VIROU ZONA: Túlio Maravilha quer ser vereador pelo Rio de Janeiro

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Virou ZONA, a política está uma sacanagem.

Túlio Maravilha que é vereador em Goiania pediu "licença" do mandato para jogar futebol no Rio, e caga e anda para seus eleitores de lá, "assume o suplemte, assume quem quiser" disse ele.

Túlio Maravilha agora quer ser vereador pelo Rio de Janeiro, e já achou um partido, o PMDB, Jorge Picciani "feliz da vida", disse que ele será puxador de votos.

Em suma, a política definitivamente virou uma ZONA, e aí ?

Em tempo, nada contra Túlio Maravilha, mas vejam o que ele disse sobre o seu mandato em Goiania.

Reprodução do jornal O Dia, clique na imagem para AMPLIAR













4 morrem em favela na Vila Kenedy que vive confronto de facções há 3 meses

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Reprodução da Folha de São Paulo

DO RIO - Quatro corpos foram localizados na madrugada de ontem na Vila Kennedy, na zona oeste do Rio. A favela é palco de confronto entre traficantes há três meses.

Segundo a Polícia Militar, três corpos estavam enfileirados. O quarto estava mais distante. O nome das vítimas não foi divulgado.

Traficantes da facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro), que atuam em favelas vizinhas, tentam há três meses tomar os pontos de venda de drogas da Vila Kennedy, onde agem bandidos do CV (Comando Vermelho).

Em junho, um estudante de 12 anos já havia sido morto em decorrência dos confrontos.

De acordo com a polícia, desde o início dos confrontos, 60 pessoas foram presas e 22 armas apreendidas, além de munição, radiotransmissores e drogas.

"Filho da puta, você não morreu ainda? Olha pra cá! Maldito. Não morreu ainda", diz policial

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Sem comentários.

Em tempo, deixe o seu comentário sobre a ação dos PM's.

Fotos feitas do vídeo da Folha.com




Reprodução do jornal Folha de São Paulo
"Filho da puta, você não morreu ainda? Olha pra cá! Maldito. Não morreu ainda", diz uma das vozes, enquanto a imagem, em "close", mostra a cena forte: um homem pardo, caído, espumando pela boca. Os olhos dele estão paralisados, em choque. As pupilas, dilatadas. A roupa está ensopada de sangue.

Ao fundo, é possível ouvir uma comunicação entre carros da polícia e os nomes Copom (Central de Operações da Polícia Militar) e Rota, grupo especial da PM paulista. Há um veículo Astra, de cor azul, com as portas abertas.

"Estrebucha! Filho da puta", diz uma outra voz.

Há um segundo homem estendido no chão. Ele está de bruços, algemado e chora.
"Tomara que morra a caminho [do hospital]. Não vai morrer, não?", diz, com ar de deboche, um outro PM.

As cenas estão gravadas em um vídeo tornado público ontem pela Folha.com. Elas estão nas mãos da cúpula da Segurança Pública paulista há duas semanas.

Não se sabe ainda quem são os dois homens que aparecem caídos no chão e em qual circustância eles foram feridos. Também não há informações sobre onde e quando as imagens foram feitas.

Há suspeita de que o episódio tenha ocorrido em um município da Grande São Paulo e de que as imagens tenham sido gravadas pelos próprios PMs. Isso porque numa cena de crime como a que aparece no vídeo, apenas policiais têm livre acesso.

Não há registros disponíveis sobre o destino dos dois homens feridos: se estão vivos ou mortos, se foram ou não levados para o hospital ou se estão presos.

RESISTÊNCIAS

Entre janeiro e junho deste ano, 334 pessoas foram mortas por PMs (em serviço ou não) no Estado de São Paulo, de acordo com estatísticas da Secretaria da Segurança Pública. A média diária é de 1,85. Do total, 241 óbitos foram registrados como "resistência seguida de morte" quando o policial militar estava em serviço.

No mesmo período, 25 PMs (em serviço ou não) morreram no Estado.













Blog do Ricardo Gama boletim 03-2011

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Blog do Ricardo Gama boletim 03-2011



Link do vídeo no youtube











Dilma Rousseff é gentil com José Sarney não quer nem saber de suas sacanagens

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Sem comentários.

Reprodução da Folha de São Paulo, coluna Painel












Sérgio Cabral contrata "sem licitação" firma cujo diretor é sócio de deputado aliado Paulo Melo

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Meu amigo a ROUBALHEIRA é demais, o homem da cocada, hoje o milionário criador de gados, o Deputado Paulo Melo, tem um sócio de suas empresas sendo beneficiado com contratos sem licitação pelo Governo Sérgio Cabral, conforme matéria abaixo,

O que é isso companheiro ?

Os caras se acham intocáveis, não respeitam e lei, não respeitam o dinheiro do povo, não respeita nada.

Cadê a Polícia Federal para por essa quadrilha na CADEIA ?

Agora o que Sérgio Cabral vai dizer ?

Que não sabia de nada, que esses contratos não são de sua responsabilidade.

Dinheiro para as construtoras do amigo de Sérgio Cabral ,o Sr. Fernando Cavendish, e para o sócio do deputado Paulo Melo não falta !!!

Em tempo, essas empresas beneficiadas por Sérgio Cabral com contratos sem licitação, doaram grana para a campanha do Cabral, ou seja, é uma mão lavando a outra com o dinheiro do povo.

Reprodução do jornal Estado de São Paulo


RIO - Além da Delta Construções e de duas empresas doadoras para a campanha à reeleição de Sérgio Cabral (PMDB), o pacote de 18 obras emergenciais celebrado na semana passada pelo governo inclui uma construtora dirigida por um sócio do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Paulo Melo (PMDB) - aliado e homem forte do governador no Legislativo. Por quatro contratos, a Oriente Construção Civil vai receber R$ 11,4 milhões.

Diretor e filho de uma das donas da construtora, o empresário Geraldo André de Miranda Santos formou, em abril, uma outra sociedade em parceria com o deputado estadual. A PMGA Incorporação e Construção Ltda. tem R$ 4,5 milhões de capital social e cotas divididas em partes iguais entre Santos e Melo.

Os quatro contratos da Oriente são para obras na Região dos Lagos, base eleitoral do parlamentar: duas em Saquarema, uma em Maricá e outra em Araruama, onde fica a sede da construtora. Melo é casado com a prefeita de Saquarema, Franciane Motta. Nessa cidade, as intervenções da Oriente vão custar R$ 5,1 milhões ao Estado.

Na composição de capital da PMGA, Melo registrou R$ 1,95 milhão a partir de um terreno em Saquarema. Santos fez o mesmo, mas distribuiu os valores em cinco lotes. Pelo menos um dos terrenos fica próximo às obras.

Como o Estado revelou, as 18 obras com dispensa de licitação somam R$ 96,3 milhões e têm como objetivo concluir a reparação de danos provocados pelas chuvas de janeiro de 2010. A empresa que terá maior faturamento é a Delta Construções, de Fernando Cavendish, amigo de Cabral, com R$ 37,6 milhões.

O pacote de obras foi celebrado dois meses após o acidente na Bahia que tornou pública a amizade entre os dois. A crise política que se seguiu foi em parte estancada com ajuda de Melo. Como presidente da Alerj, cabe a ele encaminhar os pedidos de informações feitos há dois meses pela oposição - o que não ocorreu.

A Secretaria de Obras informou que as contratações foram precedidas pela apreciação de três propostas e a escolha pelo menor preço. Em nota, o governador disse apenas que "não interfere nos procedimentos das diversas secretarias de Estado".














Estrangeiros são assaltados por oito homens armados com fuzis no viaduto Gazômetro

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Cacete !!!

O Rio de Janeiro está totalmente "pacificado", hoje logo cedo bandidos com fuzis fizeram um arrastão, e deixaram vários turistas sem nada.

Que tenhamos um dia melhor, e que a polícia prenda esses vagabundos.

Alguém sabe dizer se o FANFARRÃO do Sérgio Cabral já chegou de Paris ?

Reprodução do jornal O Dia on line

Rio - Trabalhadores estrangeiros e brasileiros da Odebrecht viveram momentos de horror em poder de criminosos no início da manhã desta quinta-feira, no Viaduto do Gasômetro, no acesso à Avenida Brasil, no Caju, Zona Portuária. Entre as vítimas há seis americanos, um canadense e um porto-riquenho. Os bandidos fizeram um taxista refém e fugiram.

O grupo composto por 20 funcionários, sendo oito estrangeiros e 12 brasileiros, estava em uma van e um micro-ônibus. Oito homens encapuzados e armados com fuzis ocupavam um Honda Civic e um Gol e teriam interrompido o trânsito. A quadrilha rendeu os trabalhadores, que haviam deixado o Hotel Guanabara Palace, no Centro, e seguiam para o Aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste, onde iriam para Santos, no litoral paulista.

O motorista do micro-ônibus não percebeu que a van estava parada e colidiu na traseira do veículo. Duas pessoas ficaram levemente feridas na colisão.

Dois dos oito crimininosos ainda atacaram os passageiros do micro-ônibus, roubando pelos menos seis pessoas que estavam nos bancos da frente. Assustados após a colisão, os bandidos renderam um motorista de táxi que passava pelo local e fugiram em três veículos. A van e o micro-ônibus envolvidos na colisão foram retirados da via e policiais fazem buscas pelos suspeitos.














Novos soldados da Polícia Militar não tem fardas e salários

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Um DESCASO total desse governo VAGABUNDO do Sérgio Cabral, novos soldados da PM não tem fardas e nem salários.

Não existe justificativa para esse descaso, com certeza, não tem nenhuma construtora ou empretiteira com pagamento em atraso, Sérgio Cabral ?

Semama passada o Extra publicou uma matéria em que os novos PM's não recebem aulas de tiro, e são obrigados a fazer um curso particular fora se quiserem saber atirar.

O DESCASO e a OMISSÃO é total, sem mais.

Reprodução da capa do jornal Extra


Reprodução do Extra on line


A sexta-feira passada, dia 19, deveria ter sido de felicidade para cerca de 500 alunos da primeira turma a começar o curso do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) da Polícia Militar (PM) este ano. A expectativa de que a formatura acontecesse na$dia foi frustrada pela falta de fardas. Pelo regulamento, os uniformes deveriam estar com os futuros soldados desde 31 de janeiro, primeiro dia de aula. O atraso na cerimônia de conclusão pode comprometer os planos de criar novas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), já que os recém-formados devem ocupar esses postos nas comunidades.

Os alunos chegaram a pensar em comprar as fardas.

— Eu não gastaria um centavo para comprar a farda para a formatura, pois é obrigação do Estado fornecê-la — disse um dos alunos, cuja identidade foi preservada.

A proposta foi rejeitada também pela maioria na comunidade do site de relacionamentos Orkut intitulada "PMERJ concursos CFSd".

A PM confirmou que a formatura aconteceria no dia 19, mas ainda não escolheu a nova data. A corporação também informou que as fardas não foram entregues devido a problemas na licitação para a compra das roupas. Ainda segundo a $ção, o cronograma do curso está sendo seguido.

No rígido código que regula a conduta militar, o zelo pelo uniforme é importante. Botas engraxadas e roupas passadas e arrumadas são essenciais, podendo provocar detenção em caso de não cumprimento das normas. Para contornar a falta de material, o Cfap determinou que os alunos deveriam usar calças jeans azuis e camisetas brancas, que ganharam o apelido de "bichoforme".

— O pior é que tivemos que comprar as camisas e as calças — disse outro aluno, que não quis se identificar.

Aumento da demanda

Atrasos na entrega das fardas e no pagamento dos alunos do Cfap podem ser reflexos do aumento da demanda por novos policiais, acreditam especialistas em segurança pública. Por causa do programa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a PM espera colocar 2.500 novos policiais nas comunidades e nas ruas até o fim do ano, segundo o coronel Íbis Silva Pereira, porta-voz da corporação.

De acordo com o consultor de segurança Paulo Storani, ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM, a questão é que a administração pública não consegue agir de forma tão rápida quanto a iniciativa privada. Assim, quando há algum problema no meio do caminho, o tempo de resposta é sempre mais lento.

— Se você tem uma empresa e precisa comprar algo, faz o pagamento e pronto. No caso do governo, há todo um rito que precisa ser seguido, desde a liberação da verba até a escolha da empresa, por meio de licitação — declarou Storani.













CAOS DO EDUARDO PAES: Maca em corredor vira leito na enfermaria 999 no Hospital Lourenço Jorge

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Falar o que ?

Que o Prefeito Eduardo Pases CAGA e ANDA para a saúde do povo, basta ler a matéria abaixo.

Capa do jornal Extra


No corredor D do setor conhecido como "grande emergência" no Hospital Municipal Lourenço Jorge, um homem de quase 80 anos espera por atendimento. Deitado em uma maca improvisada, colocada há três dias num cantinho do chão próximo a uma porta, ele ainda não recebeu o diagnóstico da doença que o deixou sem fala e movimentos. Mas $o único hospital público da Barra da Tijuca, o paciente está devidamente acomodado num leito, identificado por um número, na enfermaria 999.

Foi desta forma que um funcionário do hospital identificou a enfermaria 999, na verdade um dos corredores da emergência do Lourenço Jorge. Lá, estão internados dez pacientes, que convivem com o intenso movimento e a falta de privacidade.

A identificação é oficial e de uma declaração fornecida pela unidade a um parente de um doente, que precisava justificar sua ausência no trabalho. A pedido da família do paciente, que teme represálias, o EXTRA não publicou o documento.

Doenças contagiosas

Além do corredor D, outros três (A,B e C) encontram-se na mesma situação. Ontem, médicos e enfermeiros usavam máscaras, com medo de contaminação. Na "grande emergência" misturam-se vítimas de atropelamento e portadores de doenças contagiosas, como meningite e tuberculose.

— Para os pacientes, eles dizem que não têm máscara — contou, indignada, uma visitante que tentava proteger o parente internado.

Nos corredores, além de homens e mulheres — a maioria com mais de 60 anos —, acumulam-se pilhas de lixo. Em alguns do percurso, o chão está completamente alagado.

— Se ele tiver que morrer, é Deus quem vai decidir. Mas ele tem direito a ter ao menos dignidade nessa hora — desabafou outra visitante.

Há 16 anos, a mulher — que não quer se identificar — perdeu, naquele mesmo corredor, o avô.

Caminhando pelos corredores não é difícil perceber que a utilização do local como enfermaria não é casual. A prática já $integrada à rotina do hospital. Ao lado das camas, colado nas paredes, existe até um sistema de identificação dos internados.

Secretaria confirma superlotação

A Secretaria municipal de Saúde reconheceu, por meio de nota enviada ao EXTRA, que a emergência do Hospital Municipal Lourenço Jorge opera 40% acima do seu limite de internação. "No entanto, todos os pacientes são acolhidos, estabilizados e recebem o devido atendimento, e, assim que possível, são transferidos para outros hospitais da rede", afirma a secretaria no documento.

O texto justifica ainda em outro trecho que "o uso de macas baixas, sem pés, é protocolo em casos de pacientes agitados, visando à sua segurança, pois evitam quedas".

No hospital, porém, o que se verifica é outra realidade. A maioria dos pacientes internados nas macas que ficam próximo ao chão está debilitada demais para apresentar riscos de queda, de acordo com as próprias famílias. Em alguns casos, não falam nem conseguem se mexer devido ao estágio da doença.