Rádio Blog do Ricardo Gama

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

VÍDEO COMENTÁRIO - Assalto de Õnibus na Av. Preidente Vargas deixa passageiros feridos


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Link do vídeo no youtube.

Segurança Pública é também valorizar o policial, pagando um salário digno, e dando treinamento decente, para que a sociedade possa ser efetivamente protegida por homens capazes.

Deixe o seu comentário, a sua opinião é muito importante.













PMs que atiraram em ônibus sequestrado são indiciados por lesão corporal

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Podem dizer o que quiserem, mas estou sim defendendo o policial, o servidor, eles erraram, não podemos negar.

Mas e o Governo Sérgio Cabral que não deu treinamento adequado, e não paga um salário digno para os PM's, obrigando eles a fazerem bicos para sobreviverem ?

Para Sérgio Cabral segurança pública é UPP e muita propaganda na Globo.

Enquanto o policial não foi valorizado, muitos erros aconteceram, e quem pagará com a vida é a sociedade.


Reprodução do site R7

Os policiais que admitiram ter atirado contra o ônibus sequestrado no centro do Rio, na noite de terça-feira (9), foram indiciados por lesão corporal, informou a delegada Sânia Cardoso, da Delegacia da Cidade Nova (6ª DP).

Caso alguma das vítimas venha a morrer, os PMs podem passar a responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

A polícia aguarda agora o resultado das perícias do coletivo e das pistolas usadas pelos PMs e pelos bandidos. Peritos em balística do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli) fazem nesta quinta-feira uma analise complementar em peças e na carcaça do ônibus. O laudo preliminar apontou que os 14 disparos que atingiram do ônibus foram feitos de fora para dentro e que partiram das pistolas dos policiais.



A delegada Sânia Cardoso disse ainda que caso o laudo complementar do ICCE ateste que foram usadas armas de calibres diferentes, como por exemplo, fuzil, ela irá pedir a apreensão de outras armas. Até o momento, segundo ela, que recebeu uma cópia da perícia preliminar, só há indícios de que os disparos foram feitos de pistolas.
















Prioridade deveria ser proteger cidadão e não atacar ''inimigo''

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òtima matéria, mas prioridade também é pagar bem o policial militar, e dar treinamento adequado, caso contrário, outras merdas dessas irão acontecer.

Reprodução do jornal Estado de São Paulo

Quando se enfrenta uma situação em que há uma potencial tomada de reféns, ainda mais em um espaço confinado como um ônibus, a indicação é oferecer uma rota de fuga aos criminosos para evitar que eles, de fato, tomem reféns. Aparentemente, não foi isso o que aconteceu anteontem no Rio de Janeiro, quando a polícia tentou parar o ônibus de qualquer jeito, até mesmo com disparos.

Atirar contra um ônibus, mesmo que contra os pneus, é péssima ideia, pois pode deflagrar um tiroteio ou a execução sumária dos reféns por parte dos criminosos, que não saberão contra quem estão sendo efetuados os disparos iniciais e podem tomar represálias. Os problemas na ação são a falta de preparo dos policiais e a doutrina militarizada de confronto. A prioridade estabelecida é a derrota dos "inimigos", antes da proteção aos cidadãos.

Infelizmente, setores das polícias e da população do Rio provavelmente teriam reagido negativamente se os policiais tivessem facilitado a fuga dos suspeitos para evitar que eles tomassem reféns. Na visão militar, isso teria sido considerado como "fraqueza" ou "omissão", quando na verdade era o procedimento correto. Na verdade, o criminoso pode ser perseguido e preso em um outro momento, quando não oferecer resistência.

A prioridade deve ser sempre evitar danos aos possíveis reféns. Nesse sentido, é preciso uma mudança de doutrina que reoriente a intervenção da polícia para que ela esqueça a "guerra" contra o crime e reoriente suas prioridades para a pacificação e a proteção dos cidadãos. Os próprios policiais também terão o seu risco diminuído nesse novo cenário.














Bando de criminosos roubou outro ônibus há uma semana; um dos acusados foi preso em hospital particular usando plano de saúde Leia mais sobre esse as

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Os vagabundos já tinham roubado outros ônibus, e um dos marginais tem até plano se saúde vip.

É...

No Governo Sérgio Cabral tudo que é bandido está bem, políticos e empresário então nem se fala, só o povo que está fu...

Reprodução do jornal O Globo on line


RIO - A quadrilha que aterrorizou os passageiros do frescão da Viação Jurema na noite de terça-feira pode ser a mesma que sequestrou há uma semana um ônibus da Viação 1001, que fazia o trajeto Centro-Piratininga. O veículo foi desviado para a Avenida Brasil, onde os assaltantes roubaram pertences dos passageiros, três deles agredidos por coronhadas.

Na quarta-feira, dois dos acusados de participar do crime da Avenida Presidente Vargas foram reconhecidos por meio de fotografia por uma testemunha: Jean Júnior da Costa Oliveira e Clerivan da Silva Mesquita.

Segundo a polícia, depois de assistir ao noticiário da TV sobre o crime de terça-feira, a testemunha reconheceu Jean, identificado como sobrinho do traficante Fernandinho Beira-Mar. Jean foi preso na terça-feira no Hospital São Lucas, em Copacabana, onde havia se internado, usando um plano de saúde privado, para tratar um ferimento a bala. Já na 17ª DP (São Cristóvão), que investiga o crime contra a Viação 1001, a vítima também reconheceu Clerivan.

Jean chegou ao São Lucas acompanhado de uma mulher que dizia ser sua mãe. Ele alegou que havia sido baleado num assalto em Caxias. Os médicos estranharam a história e adotaram a conduta padrão em casos como esse: avisaram a polícia.

Jean apresentou um cartão individual da Unimed Plano Alfa, considerado top de linha. Quando a polícia chegou, a mulher já tinha deixado o local levando as roupas do bandido. Jean foi levado para a delegacia vestindo roupas do hospital.

Policiais da 17ª DP estão chamando outras as vítimas do assalto ao coletivo da Viação 1001 para descobrir outros assaltos feitos pelo bando.

Em depoimento na terça-feira ao site do GLOBO, a internauta Gabriela Gomes também reconheceu os assaltantes: "Estava no 1001 que foi assaltado semana passada!! E são os mesmos assaltantes!!!"












Passageiro baleado no pé reclama de falta de assistência: 'até agora, ninguém se manifestou'

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Cadê a bosta do Governo para dar assistência ao passageiro ???

Ahhh, esqueci, Sérgio Cabral estava dando uma entrevista chapa branca para a Cidinha Campos no seu programa.

Reprodução do jornal O Glob o n line

RIO - Josuel dos Santos Messias, de 46 anos, baleado no pé durante o assalto ao ônibus da Viação Jurema, na noite desta terça-feira, na Avenida Presidente Vargas, no Centro, contou como foi a ação dos bandidos. Ele foi atendido no Hospital Souza Aguiar e liberado.

- Todo mundo se jogou no chão. Não sei de onde vieram os tiros e não consegui ver os bandidos, pois o ônibus estava escuro - disse Josuel, que é inspetor de alunos num colégio de São Gonçalo e mora em Caxias.

Ele reclamou da falta de assistência após o incidente.

- Até agora, ninguém se manifestou: nem a empresa, nem o estado. Queria ver como vai ficar minha situação - criticou.













Governador Sérgio Cabral diz que governo acertou ao não interferir em assalto a ônibus

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Sérgio Cabral é um BABACA !!!

Sérgio Cabral sempre comparando seu governo com o anterior.

Cabral ainda tem a CARA DE PAU de dizer que o governo "acertou" em não interferir no assalto a ônibus, então ele deve ter sido único que "acertou".

Te chamo de babaca Sérgio Cabral por que você me chamou de pilantra, se quer ser respeitado, respeite os outros FANFARRÃO !!!

Em tempo Sérgio Cabral, por que não começar respeitando os policiais pagando um salário digno e dando treinamento adequado para que tragedias como essa não se repitam mais ?

Reprodução do site R7


O governador Sérgio Cabral evitou comentar se houve erro na ação policial no sequestro a um ônibus no centro do Rio apesar de o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e o comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, terem admitido que a polícia errou

Cabral disse que que preferiu não interferir nas negociações ao comparar o episódio com o ônibus 174. O governador destacou que, naquela ocasião, o governador Anthony Garotinho interferiu no trabalho da polícia, o que, na sua opinião, teria influenciado o desfecho negativo, com a morte de uma refém e do seqüestrador.

- Vamos comparar com aquela situação do ônibus 174. O governador se meteu e quis comandar operação e deu no que deu. O governador dessa vez apoiou os especialistas da Polícia Militar, do Batalhão de Operações Especiais e da Secretaria de Segurança Pública. O máximo que o governador fez foi se colocar à disposição.












PMs alvejaram ônibus e feriram reféns no Rio; cúpula da Segurança admite erro

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Ótimo ! Os patetas da cúpula da segurança pública reconheceram o erro dos policiais, e aí ?

A partir de agora:

Os policiais vão passar a receber um salário digno para que não precisem fazer mais bicos, podendo se dedicar exclusivamente a polícia ?

Os policiais vão passar a receber treinamento adequado ?

Se todas essas respostas forem negativas, não terá adiantado em nada os patetas da cúpula da segurança pública terem reconhecido o erro, pois, outros irão acontecer, e quem vai sofrer é o povo.

Reproduçã do jornal Estado de São Paulo

Em uma ação repleta de erros, PMs dispararam pelo menos 14 tiros contra um ônibus com 10 passageiros e feriram 4 pessoas no centro do Rio, anteontem. A passageira Lisa Mônica Pereira, de 46 anos, segue em estado grave, com hemorragia, após ter o pulmão perfurado por um tiro. Dois policiais reconheceram que atiraram contra o coletivo e a PM instaurou inquérito policial-militar.

Ontem, o comandante-geral da PM do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte, que logo após a rendição dos bandidos e sem saber de feridos classificou a ação como "um sucesso", foi obrigado a recuar. "Os tiros não deveriam ter acontecido. Nós lamentamos pelas pessoas feridas, mas chegamos ao melhor resultado diante da tragédia que se anunciava. Vamos rever os procedimentos. Se tem inocentes feridos, houve erros", disse o comandante, que apontou "quebra de protocolo".

À noite, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, também criticou a ação. "Houve erro na forma com que a polícia tentou parar o ônibus", disse, sem deixar de elogiar a "bem-sucedida" negociação do Bope.

Na realidade, os PMs cometeram ao menos três erros. Os disparos feitos contra o veículo, a principal falha da ação, são uma conduta vetada em cursos de formação e aperfeiçoamento. Publicado pelo Instituto de Segurança Pública do governo do Rio, o Manual de Abordagem a Veículos e Edificações é enfático e chega a colocar termos em letras maiúsculas: "em caso de perseguição, NÃO ATIRE".

O ônibus da linha Praça 15-Duque de Caxias, com ar-condicionado e vidros escuros, foi abordado por quatro assaltantes na Avenida Presidente Vargas, na pista sentido zona norte, às 20h20. O motorista Wagner da Silva França, de 40 anos, desconfiou do grupo e sinalizou para policiais. No ponto seguinte, fugiu.

Na sequência, houve o primeiro erro policial: um PM entrou sozinho no ônibus, foi dominado, teve a arma roubada e foi expulso do coletivo. O policial pediu reforço e os criminosos colocaram um passageiro para dirigir. Na sequência, outro equívoco: os agentes montaram um bloqueio insuficiente com as viaturas. No entanto, quando o ônibus começou a se mover, buscando uma fuga, foi que aconteceu a ação de maior risco: policiais posicionados a 20 metros de distância atiraram. Segundo a perícia, 14 disparos atingiram a lataria.

Os passageiros disseram à polícia que os assaltantes Renato da Costa Júnior, de 21 anos, e Bruno Silva Lima, de 19, não atiraram. Eles se renderam após a chegada do Bope, às 21h35. Antes de o coletivo ser alvejado por policiais, dois assaltantes escaparam. A delegada assistente da 6.ª DP, Sânia Cardoso, ainda não descarta a participação de um quinto homem. Os acusados serão indiciados por roubo, receptação (uso de arma roubada no assalto) e formação de quadrilha.














Tiros em ônibus na Presidente Vargas no Rio refletem despreparo de polícia, dizem analistas

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Muito boa essa matéria do Estadão, mostra que a culpa não foi do policial "a" ou "b", mas sim do Governo que não treina e prepara os policiais para as ruas.

Venho repetindo isso aqui, política de segurança não é só UPP e propaganda na Globo.

Enquanto n o policial não for valorizado, passando a receber um salário digno para que ele não precise fazer mais bicos, e tenha treinamento adequado, o povo continuará pagando a conta.

Valorizar o policial, é respeitar e proteger a sociedade.

Reprodução do jornal Estado de São Paulo on line

RIO - Os tiros que perfuraram, de fora para dentro, a lataria de um ônibus com cerca de 20 reféns em sequestro na última terça-feira, no Rio, indicam despreparo do policial comum, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para o cientista político João Trajano Sento Sé, pesquisador do Laboratório de Análises da Violência da UERJ, a reação de disparar contra o ônibus evidencia que os policiais que fazem o policiamento nas ruas não estão prontos para situações inesperadas e reagem de maneiras que podem ser desastrosas.

"A polícia que faz o policiamento ostensivo tem que estar preparada para responder as situações que vai enfrentar, que aparecem de formas inesperadas", diz. "Acho que foi um golpe de sorte não terem ocorrido mortes por enquanto."

Tanto o comandante-geral da Polícia Militar (PM), Mário Sérgio Duarte, quanto o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, admitiram na quarta-feira que os tiros foram um erro e podem ter colocado em risco a vida de passageiros, mas ressaltaram que a ação possibilitou o resgate dos reféns.

Para Paulo Storani, ex-comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e especialista em segurança pública, a reação com tiros reflete falta de treinamento da polícia para lidar com situações limite e tomar decisões sob pressão.

"Eles são orientados a não tomar esse tipo de atitude, mas situações limite acabam gerando comportamentos limite. Para diminuir o erro, é preciso treiná-los para que saibam decidir com qualidade mesmo sob pressão", afirma.

Em um momento de maior confiança da população na polícia graças às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em favelas, Storani lamenta que não se promova uma reforma mais profunda na instituição, mexendo em suas "raízes".

"Não se vê vontade política para promover essa transformação", afirma.

Os especialistas concordam que não basta investir no treinamento do Bope, especializado neste tipo de operação, para evitar episódios como este.

"Não adianta mudar só o Bope. Tem que mudar a polícia", diz Storani. "Porque o primeiro policial que atende uma situação como essa é o policial de rua. É ele quem está lá na primeira instância, que identifica o problema, aciona os meios necessários, faz o isolamento da área."

"Num episódio como este, fica claro que as figuras que estão na rua são preparadas para reagir a situações desse jeito, com tiros", afirma. "Os caras não são doutrinados para ter em primeiro lugar a segurança das pessoas. O foco é enfrentar e pegar o bandido."

Para Storani, o episódio indica que a PM ainda tem uma cultura de confronto - como policiais teriam demonstrando em julho, ao intervir em outro assalto a ônibus no Centro que resultou em um tiroteio que deixou cinco feridos.

"Depois de 30 anos de políticas públicas equivocadas, criou-se uma cultura perversa de enfrentamento", afirma Storani.

"O policial que está operacional é o que troca tiro. Não precisa entender de direitos humanos, basta ter coragem de apertar o gatilho."














Assalto a ônibus na Av. Presidente Vargar - Ação foi "completamente errada", diz filha de vítima em estado grave

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Concordo que a ação foi completamente errada, falei sobre isso aqui ontem (clique aqui e leia).

Mas o problema é que o Governo não treina, e não paga um salário digno ao policial, e aí ?

Como querer que o policial aja corretamente sem treinamento e preparo adequado ?

O pior, digo e repito, enquanto o policial não foi valorizado, outros erros acontecerão, e quem paga a conta é o povo.

Reprodução da Folha de São Paulo on line

A vendedora Tammy Pereira, 27, considerou "completamente errada" a ação da polícia militar no cerco ao ônibus. Tammy é filha de Liza Monica Pereira, a ferida com mais gravidade na operação.

Segundo boletim da Secretaria Municipal de Saúde, Liza levou um tiro no tórax e fraturou uma costela e a clavícula. Ela está internada em estado grave no CTI do Hospital Souza Aguiar.

"As autoridades disseram que o resultado da operação foi positivo porque teve poucos feridos. Acontece que entre os feridos graves está minha mãe. Para mim, a ação foi completamente errada."

A mãe da vendedora foi ferida quando voltava de um curso de artesanato em Copacabana, na zona sul.

"A família já tinha falado para ela largar o curso por causa do transtorno da viagem e da violência do Rio, mas ela não queria, gostava das aulas. Isso é como uma terapia, pois alivia a pressão e quebra a rotina. Ela acaba de sair de um quadro depressivo", contou Tammy.

A vendedora só soube que sua mãe fora ferida no final da noite de anteontem.

"Uma vizinha comentou sobre o sequestro. Fui até a garagem do ônibus e soube que tinha alguém da idade dela ferido. No hospital fui informada pelos repórteres de que se tratava dela."

OUTRAS VÍTIMAS

Além de Liza, outros dois feridos permaneciam internados ontem. Um é Fabiana Gomes da Silva, 30, baleada na coxa. Ela era passageira do ônibus. O outro é Alcir Pereira Carvalho, 56, que estava num carro próximo ao ônibus e foi atingido no pescoço.

O segundo ocupante do carro, Fábio Peixoto, 36, contou à Folha que viu um bandido em fuga atirar no amigo. Josuel dos Santos Messia, 42, atingido por um tiro de raspão na perna, foi liberado ainda na noite de terça.

Um PM de folga também levou um tiro quando passava pelo local. Ele permanecia no Hospital Central da Polícia Militar na noite de ontem, mas passava bem.












Deputados criticam mídia por acusações contra ministério

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Viva a liberdade de imprensa, diga não a imprensa.

Alô deputados, não querem aparecer na "telinha" policial não roubem o dinheiro do povo.

Reprodução da Folha de São Paulo on line

DE BRASÍLIA - O ministro Mário Negromonte (Cidades), do PP, voltou a negar irregularidades em sua pasta, em audiência na Câmara dos Deputados.

Ele ganhou o apoio de líderes da base aliada e foi ovacionado ontem pelos deputados em diversas partes de sua fala.

Reportagem da revista "Isto É" mostrou que o ministério libera recursos para obras classificadas de irregulares pelo TCU (Tribunal de Contas da União) e que empresas doaram cerca de R$ 15 milhões em 2010 para campanhas eleitorais da legenda.

Deputados do PT, PMDB e PP falaram da "competência" do ministro e alguns chegaram a criticar a imprensa "pelo denuncismo" que acontece contra ministérios do governo.

O deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB, mesmo partido do ministro do Turismo, Pedro Novais, foi o primeiro a manifestar apoio a Negromonte.

"O Ministério é exemplar do primeiro ao último passo. Acusações fazem parte do jogo. Não são ideais, o trato da imprensa deveria ser exemplar."












Inglaterra estuda interromper serviços de mensagens instantâneas e Twitter em caso de novos distúrbios

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Essa notícia é realmente de assustar.

Quem diria ? A Inglaterra querendo suspender a internet para tentar acabar com as manifestações e protestos.

Temos visto que a internet tem se revelado um arma para proteger a democracia.

Não é CENSURANDO a internet que vai se resolver o problema, e sim combater o foco do problema, essa decisão da Inglaterra pode se transformar em um perigoso preceente.

Reprodução do jornal O Globo on line

LONDRES - Durante a sessão extraordinária do Parlamento, nesta quinta-feira, o premier britânico, David Cameron, afirmou que vai revisar o sistema de mensagens instantâneas e que considera interromper o serviço em caso de novos distúrbios. Em seu discurso, Cameron também se comprometeu a indenizar todas as vítimas dos vândalos, inclusive as que não possuem seguro.

- Estamos trabalhando com a polícia, o serviço de inteligência e a indústria (de telecomunicações) para ver se seria certo impedir que as pessoas usassem sites e serviços para se comunicar quando sabemos que eles estão orquestrando distúrbios e atos criminais - afirmou o premier.

Segundo uma fonte do governo, autoridades também estariam considerando suspender também o Twitter em episódios de desordem social. Cameron disse que a secretária do Interior, Theresa May, deve se encontrar com executivos do Facebook, Twitter e Research In Motion nas próximas semanas.

A polícia de Manchester anunciou nesta quarta-feira que vai investigar todos os internautas que tenham usado as redes sociais para disseminar ataques. Até agora, pelo menos, 19 pessoas foram presas, acusadas de incitar a violência na Internet.


OPERAÇÃO VOUCHER DA PF - Cúpula do Turismo articulou liberação de emenda para proteger deputado do PMDB

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Interessante a matéria abaixo, a cúpula do Turismo, que podemos chamar de máfia, tem até cuidado para não travar a grana de interesse do José Sarrney.

Onde tem falcatrua, tem o nome de Sarney já perceberam ?

Sem mais, fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii !!!



MACAPÁ - Uma gravação telefônica feita pela Polícia Federal no dia 22 de julho deste ano mostra que a cúpula do Ministério do Turismo articulou para segurar por alguns dias a liberação de uma emenda parlamentar do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) com o objetivo de protegê-lo já que seu nome havia aparecido no noticiário do escândalo de corrupção nos Transportes.

A conversa telefônica, obtida pelo Estado, foi entre o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento para o Turismo, Colbert Martins, e o secretário-executivo do ministério, Frederico Silva Costa, ambos presos desde terça-feira sob a acusação de envolvimento no esquema de corrupção na pasta.

No diálogo, gravado com autorização da Justiça, Colbert diz a Frederico que vai negociar com o ministro do Turismo, Pedro Novais, a hora certa de "soltar" o dinheiro da emenda de Marcelo Castro. "Não, manda pagar, quem fiscaliza isso na ponta é a Caixa", orienta Frederico. "É não, eu sei, eu lhe falando isso porque como tá, daqui a pouco a gente dá uma liberação em cima de uma denúncia daquelas... você não vê problemas não, ?", responde Colbert.

Eles acertam de assinar a liberação da emenda, mas pagá-la dias depois a tempo de "esfriar" o envolvimento de Marcelo Castro no noticiário de favorecimento no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Piauí. "Só combina com ele (Marcelo Castro), eu acho que você falando com ele, explicando, eu acho que não tem nenhum problema não", recomendou Frederico.

Gravações. Em outra gravação, Colbert Martins manda a assessora prestar atenção e não cancelar dinheiro para obras de interesse de José Sarney (PMDB-AP), padrinho da indicação do ministro Pedro Novais, para não dar "mais confusão", conforme mostrou o Estado na edição desta quinta-feira, 11.

As gravações fazem parte da Operação Voucher, da Polícia Federal, que prendeu 36 pessoas suspeitas de participar de um esquema de desvio de dinheiro público. Nesta quarta-feira, 10, 18 foram liberados. Continuam presos, porém, Colbert Martins, e o número 2 do ministério, o secretário-executivo Frederico Silva Costa.

As investigações da PF apontam fraudes e desvios de recursos em um convênio de R$ 4,4 milhões do ministério com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestutura Sustentável (Ibrasi) para capacitação profissional no Amapá.














As ligações PERIGOSAS dos juízes

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Muito bom o editorial, principalmente a parte final, ninguém teve coragem de criticar o Ministro do STF que foi para a Itália as custas de um advogado.

Reprodução da Folha de São Paulo on line
Não é a primeira vez que se noticiam convescotes de magistrados em hotéis de luxo patrocinados por empresas, grupos ou entidades com interesses nos tribunais.

A prática, de tão arraigada, ficou conhecida entre juízes como "0800", referência pouco sutil às chamadas telefônicas gratuitas.

No final do ano passado, duas das principais entidades da classe no país, AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), realizaram encontros de custo milionário em localidades praianas do Nordeste, com amplo auxílio financeiro de empresas.

Neste próximo final de semana, é a Apamagis (Associação Paulista de Magistrados) que promoverá torneio de golfe no Guarujá (SP) para juízes, desembargadores e advogados, bancado por empresas e por escritórios de advocacia -parte da receita será destinada a uma creche, afirma a entidade.

A prática não chega a ser ilegal, mas é, no mínimo, controversa. Juízes são agentes públicos, com poder de tomar decisões prejudiciais ou benéficas para empresas e cidadãos. Não deveriam auferir nenhum tipo de vantagem que possa, ainda que remotamente, levantar dúvidas sobre a imparcialidade dos julgamentos.

Os patrocínios vão para as associações, não diretamente para os juízes, mas não resta dúvida sobre quem são os beneficiados. No passado, magistrados contrários a esses incentivos já evocaram a emenda constitucional nº 45, que veda a juízes "receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas".

Um dos aspectos mais lamentáveis é que boa parte da própria classe jurídica é incapaz de reconhecer a impropriedade dessas relações. "Houve grande preocupação com os aspectos éticos", disse, sem aparente ironia, o presidente do Tribunal de Ética da OAB-SP.

A reação, ao menos, não causa surpresa, uma vez que foram poucas as vozes que criticaram o fato de um ministro do Supremo Tribunal Federal hospedar-se em hotel cinco estrelas na Itália à custa de um advogado com causa no STF.

Juízes e associações têm o direito de promover os encontros que bem entenderem, desde que custeados com os próprios recursos.













PF diz que grupo teve acesso privilegiado a dados do TCU

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Nossa até filho do Ministro do TCU envolvido em roubalheira.

Isso é uma máfia, não salva ninguém,

Tem que mandar prender geral, CADEIA nesses ladrões.

DIGA NÃO A CORRUPÇÃO.

Reprodução da Folha de São Paulo on line

A Polícia Federal afirmou que o grupo acusado de desviar R$ 3 milhões de um convênio com o Ministério do Turismo teve acesso privilegiado às investigações do TCU (Tribunal de Contas da União) -origem da Operação Voucher, que levou à prisão de 36 pessoas.

Segundo o relatório da PF, os dirigentes da ONG Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável) teriam contratado o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro Aroldo Cedraz, "para resguardar-se de uma possível decisão prejudicial" do tribunal.

Parecer dos técnicos do TCU apontou elementos de fraude na execução de um convênio destinado à capacitação de 1900 profissionais de turismo no Amapá.

Entre os presos pela PF estão integrantes da cúpula do Ministério do Turismo, incluindo Frederico Silva da Costa, número dois da pasta.

A PF afirma que os advogados que defenderam a ONG no TCU teriam conseguido acesso ao relatório do tribunal "muito antes de serem citados para apresentarem suas defesas".

Segundo relatório da PF, em conversa gravada com autorização judicial o sócio de Tiago Cedraz, identificado como Romildo, diz ao diretor-executivo da ONG, Luiz Gustavo Machado, já ter obtido "a proposta dos analistas do tribunal".

A conversa ocorreu quatro dias antes da data que autorizava à ONG obter cópia da auditoria do TCU.

"Bom, quanto ao tribunal nós sabemos tudo o que está se passando", diz o advogado na conversa, segundo trecho transcrito pela PF.

Na decisão que atendeu pedido do Ministério Público e autorizou as prisões, o juiz Anselmo Gonçalves da Silva afirma que o "grupo investigado chega a cogitar de potencial influência até no TCU, sob a perspectiva de utilização dos serviços advocatícios de Tiago Cedraz, cujo pai é ministro naquela Casa".

O "grupo", segundo o Ministério Público, contaria também com um servidor dentro do Ministério do Turismo. A técnica Kérima Silva Carvalho "coordenou" a elaboração da defesa do Ibrasi junto ao TCU.

Descrita no relatório como "funcionária do Ibrasi dentro do ministério", ela teria adulterado documentos para beneficiar a ONG em contratos com o Turismo.

A investigação policial foi subsidiada com informações da área técnica do TCU. O tribunal informou que as supostas irregularidades estão sendo tratadas em três processos, sob relatoria do ministro Augusto Nardes.

NOVAS FRAUDES

As escutas indicam ainda que os envolvidos no desvio de verbas do Turismo planejavam novas fraudes. Numa das conversas, Luiz Gustavo Machado afirma que "tinha uma concorrência para pôr a mão", segundo a PF destinada à construção de um porto.

De acordo com o relatório, o material demonstra que o grupo "atua em todos os contratos que firmou com o poder público da forma temerária como atuou no convênio sob investigação".

O juiz afirma em sua decisão que o grupo "encontra-se em plena atividade, planejando ações defensivas e novas fraudes".













Operação Vouchet da PF - Dilma Rousseff "furiosa" cobra explicação sobre algemas em aliado

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Quando o pobre é algemado ninguém fala nada.

Agora quando o cara é político e aliado do governo PT não pode ser algemado ?

Alô Dona Dilma Rousseff, "acinte" é roubar o dinheiro do povo.

CADEIA geral PF, lugar de ladrão do dinheiro do povo é algemado e atrás das grades, pronto falei.

PARABÉNS POLÍCIA FEDERAL !!!

Reprodução da Folha de São Paulo on line

Insatisfeito com o que classificou de "exageros" da Operação Voucher, o Palácio do Planalto exigiu que o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) cobrasse explicações da Polícia Federal sobre o uso de algemas nas prisões realizadas pela instituição.

A presidente Dilma Rousseff ficou, segundo a Folha apurou, "furiosa" ao ver, logo pela manhã de ontem, foto de um dos detidos chegando algemado a Brasília.

Tratava-se do secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, suspeito de integrar o esquema de desvios de verba no Ministério do Turismo. A operação levou à prisão de 36 pessoas anteontem.

Ela chamou de "acinte" a forma com a qual a PF conduziu a ação policial. A interlocutores disse ter visto excessos e, por isso, deu ordem ao titular da Justiça para responder de forma enérgica.

Cardozo seguiu a determinação. Enviou ofício ao diretor-geral da PF, Leandro Coimbra, pedindo explicações, "em caráter de urgência", para o uso de algemas.

Os termos do ofício foram considerados duros para o perfil conciliador do ministro: "Caso constatada qualquer infração às regras em vigor, determino a abertura imediata dos procedimentos disciplinares cabíveis".
A preocupação de Dilma é que o governo não perca o controle da PF. Apesar de ter se irritado com o ministro por ele ter poucas informações sobre a ação nas primeiras horas do episódio, o Planalto avalia que a atual configuração da PF não permite maior controle do órgão.

Sob Lula, a estrutura do órgão ficou descentralizada, e o comando geral da PF tem menos domínio sobre as ações em curso em outros Estados. O receio é que a PF volte a protagonizar casos de abusos por falta de comando.

Muitos delegados reclamam da falta de recursos e novos investimentos, fruto de um corte orçamentário feito pela equipe econômica no ajuste fiscal do início do ano.

Ministros não descartam que a insatisfação dê início a uma campanha velada de setores da PF para desestabilizar o ministro e o governo.

CRITÉRIOS

O uso de algemas foi disciplinado em 2008 pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Hoje, só é permitido em casos de risco de fuga ou quando presos resistem à prisão.

A cobrança de Cardozo ao diretor-geral baseou-se nessa regra. Policiais que descumprirem a norma são sujeitos a punição. Em algumas situações a prisão é anulada.

A PF informou, em nota, que uso de algemas na operação "ocorreu com estrita observância da súmula vinculante de número 11 do Supremo Tribunal Federal, que determina sua utilização para segurança do conduzido e da sociedade, ao invés de proibi-la terminantemente".

Diz o comunicado que "até o momento não se constatou qualquer irregularidade no uso das algemas que possa justificar a instauração de procedimento disciplinar".












RELAXA E GOZA: Marta Suplicy diz que prisão de aliado pode prejudicar sua candidatura

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Dona Marta Suplicy chorou ???

Coitadinha, lembra quando o povo se fu... e chorava nos aerportos, e ela disse aquela pérola para o povo "relaxa e goza" ?

Agora é a nossa vez, chora não Marta Suplicy, relaxa e goza !!!

Reprodução da Folha de São Paulo on line



A senadora Marta Suplicy (PT-SP) reconheceu ontem a aliados que a prisão de um ex-assessor durante a Operação Voucher da Polícia Federal provoca desgaste na sua candidatura à Prefeitura de São Paulo.

Para Marta, a detenção de Mário Moysés, que foi seu assessor na Prefeitura de São Paulo e chefe de gabinete quando ela era ministra do Turismo, entre 2007 e 2008, poderá ser explorada eleitoralmente. "Vamos esperar baixar a poeira. Se já estava difícil antes, imagine agora. Vão explorar à vontade", afirmou a senadora.

A avaliação de Marta sobre os efeitos que a operação da Polícia Federal poderá ter sobre sua candidatura combina com a análise de petistas.

Eles consideram que a senadora está fragilizada no momento em que precisa reunir forças para enfrentar a preferência declarada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad.

Abalada, Marta Suplicy chegou a chorar ontem, no café do Senado.

Ela reclamou da divulgação da informação de que teria se escondido no banheiro para evitar falar com jornalistas sobre a prisão de Moysés, na terça-feira.












Pesquisa CNI aponta queda na aprovação do governo Dilma Rousseff

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É melhor a Dona Dilma Rousseff parar de querer proteger e blindar o PMDB, e outros ladrões.

Roubou é demissão, e ponto final.

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DE BRASÍLIA - Pesquisa CNI/Ibope divulgada ontem aponta queda na aprovação de Dilma Rousseff e de seu governo.

O percentual dos que deram nota ótimo/bom ao governo caiu de 56% no levantamento de março para 48% agora. Com isso, subiram os conceitos de regular (de 27% para 36%) e ruim/péssimo (5% para 12%).

A aprovação da maneira como Dilma governa também caiu. O percentual dos que aprovam passou de 73% para 67%, e a taxa dos que desaprovam passou de 12% para 25%.

Para Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a aprovação de Dilma e do governo petista ainda é "bastante elevada", comparada aos índices verificados nos governos de Lula e FHC.

"Houve, sem dúvida, um pequeno recuo com relação ao levantamento anterior. O momento de março é especial, com a entrada de uma nova administração, momento em que há um conjunto de avaliações favoráveis."[

A pesquisa aponta ainda um aumento no número dos entrevistados que consideram o governo Dilma pior que o Lula. Entre março e junho, o percentual mais que dobrou -de 13% para 28%.

Foram ouvidas 2.002 pessoas entre os dias 28 e 31 de julho, quando já eram conhecidos os escândalos na Casa Civil e nos Transportes. A margem de erro é de dois pontos percentuais.