Rádio Blog do Ricardo Gama

domingo, 28 de novembro de 2010

A prisão do traficante "machão" Zeu no Complexo do Alemão

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Vídeo comentário.



Sinceramente adorei essa matéria, vai de encontro com o que eu sempre digo, esses vagabundos são muito valentes quando estão com seus comparsas e armados, sozinhos e sem as suas armas são uns merdas e frouxos.

E a população se vingou hoje e gitou: "Zeu, cadê o machão?"

Imagina o que esse maldito do inferno já não deve ter feito de maldade com o povo ?

Uma pena esse desgraçado ter se entregado, ele tinha era que ter ido direto para o inferno.

Reprodução do Globo on line.



Pouco depois de ser apresentado no 16º BPM (Olaria), por volta das 16h30 deste domingo (28), o traficante Elizeu Felício de Souza, conhecido como Zeu, foi vaiado pela população. Em coro, moradores do Alemão diziam: "Zeu, cadê o machão?".

O traficante é um dos homens condenados por participar da morte do jornalista Tim Lopes, da TV Globo, e foi preso nesta tarde na localidade conhecida como Coqueiral, no Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio. Zeu, era foragido da Justiça e não estava armado.

No mesmo momento da prisão de Zeu, um pai entregou o filho, que seria traficante, à polícia.

O traficante Zeu participou também da ação que derrubou o helicóptero da Polícia Militar e na invasão Morro dos Macacos, em Vila Isabel (zona norte do Rio), em outubro do ano passado, segundo inquérito da Polícia Civil.

13 comentários:

  1. fui só eu que notei que o zéu estava com a bermuda molhada? parecia mijado, seria de medo?

    é só prestar atenção, o cinegrafista mostrou na globonews.

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  2. Zeu tu se fudeu!!!! rsrsrs

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  3. ROLA UM PAPO QUE A MAIORIA DOS PERIGOZÌSSIMOS TRAFICANTES DO ALEMÃO ESTÃO PROCURANDO EMPREGO,PORÉM POR SEREM MUITO VALENTES,AS VAGAS MAIS PROCURADAS SÃO:
    CABELEREIRAS,MANICURES,BABÁS,VENDEDORAS DA AVON E INATURA,TEM AINDA ALGUNS QUE ESTÃO PROCURANDO EMPREGOS DE ANIMADORAS DE FESTA INFANTIL.
    VAGAS PARA MULHER MARAVILHA ESTÃO QUASE ESGOTADAS.

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  4. Será que esse cara é mesmo o assassino do Tim Lopes?? Ele parece mais um boi de piranha, tem muita cenografia nestes confrontos.
    Ele vai se dar bem na prisão, é boa pinta.

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  5. a minha maior raiva é q ainda aparece um advogado da OAB dizendo q os bandidos tem direitos pois estamos em uma democracia.como pode ser isso? pois depois de tantas provas da bandidagem deles ainda existir direitos humanos pra esses ratos.E nós cidadãs e as crianças morrendo por bala perdida esses sim q tem direito de ir e vir pegar seu ônibus todos os dias ter segurança.e quanto a esses ratos não era p ter direito nem advogado de porta de cadeia...mais com o dinheiro q eles tem e a lei do brasil eles logo pagam 2 ou 3 advogados e vão dar um santinho

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  6. a polícia quando mata um bandido desses ainda tem q responder processo, q é isso? é um favor a sociedade tirar ratos de rua q apavora a população.deveria ter uma polícia especializada p dar um fim nesses caras e lei que não os condenassem por fazer um favor a nós...ou pelo menos pena de morte nesse caso q todos tão vendo provas concretas nesse caso sim sou a favor da pena de morte, duvido que existiria tanta bandidagem.

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  7. vamos vê se ele apodrece na prisão.Mais façam os governantes um favor a nós, não deixe ele se comunicar com os que ficaram aqui fora pois ainda é pior pois mostra a decadencia das prisões.

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  8. Alguns ingênuos profissionais das relações humanas costumam dizer que usar da violência contra estes bandidos não adianta porque eles não importam com a morte. Pura burrice. Porque eles se entregam quando acuados? Pq quem tem cu tem medo. Eles gostam é de muito dinheiro pra viver a vida. Contra esses DNAs pervertidos a sociedade não pode ter complacência pq eles não respeitam a vida de ninguém. A velha máxima "violência gera violência" é verdadeira. Se a sociedade é agredida e não responde com a mesma violência ela está desrespeitando uma lei natural; e os violentos malfeitores se impõem. E assim tem sido. O estado de direito é mais forte (tanques, helicópteros..) e deve se impor pela força com quem quer dominar via força e terror.
    Somente uma sociedade latina como a nossa, pouco voltada à praticidade, consegue ficar apalpando esta situação sem por um fim nisso, por tanto tempo.
    Essa empreitada no complexo do Alemão é uma quebra desse paradigma.
    Parabéns aos coordenadores e executores desta ação.
    Kappa.

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  9. Cara
    que delicia esse Zeu, na boa, casava com ele fácil. Só pediria pra ele passar máquina 1 e meio nos pelos do peito, pq cabelo eroladinho é nojento. De resto é perfeito.

    Caralhooooo!

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  10. Doa a quem doer, mas porque até hoje eu não vi nada mencionado á respeito de advogado para o traficante Zeu? Porque é um traficante pobre ???? Muito estranho isto, moramos num país livre, democrático e social todos tem os mesmo direitos, de se defender, porque aparece na mídia somente advogados de Beira mar, grande M.E.R.D.A; independente se errou ou não o cara tem direito a advogados; Pois quem quiser me criticar que se dane mas eu creio que um dia esse sujeito pode se reeducar.

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  11. E tem mais ele não praticou o crime sozinho, quem executou o Tim que estava lá para se aparecer e se ferrou foi o outro com uma katana, e esse quase não é falado! O cara quis ter fama mas não queria morrer??? Dá licença, né faça-me o favor, porque a poderosa globo não deu a assistência e as coordenadas para seu funcionário?

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  12. A diferença entre bandidos ricos e pobres
    fevereiro 17, 2010

    DEBATE ABERTO
    Nobreza de araque e ladrões engravatados
    Um dos artifícios de proteção dos mais ricos e influentes é o de chamar furtos, apropriações indébitas e coerções de crimes de ‘colarinho branco’, isto é, os que são cometidos pelas autoridades de Estado e pelos burgueses engravatados.
    Luís Carlos Lopes

    Há quem ache estranho a dificuldade brasileira de se tratar pessoas que ocupam cargos públicos mais elevados ou dispõem de grandes recursos financeiros como se fossem cidadãos comuns. Estes últimos, isto é, a maioria, quando cometem crimes são processados, presos e tem que responder pelos seus atos. Se forem mais pobres ou mais negros são logo enviados para presídios e outros depósitos de gente, sob as penas da lei. Não raro, são executados nas ruas, antes de viverem seus infernos judiciais e prisionais. Os valores e as propriedades das elites, bem como a cor da pele e o pertencimento a famílias ou grupos políticos e sociais influentes garantem maior impunidade.
    O mesmo crime tem respostas estatais diversas. Um dos artifícios de proteção dos mais ricos e influentes é o de chamar furtos, apropriações indébitas e coerções de crimes de ‘colarinho branco’, isto é, os que são cometidos pelas autoridades de Estado e pelos burgueses engravatados. Diferenciando-os por meio de um nome pomposo, tem-se pronta uma estratégia para encobri-los. Os mecanismos reais existentes, usados pela velha máquina de Estado, estão muito distantes do edifício das leis e normas processuais. Vários procuradores e juízes democratas e defensores da virtual cidadania brasileira fazem sua parte. Tentam conseguir que a lei seja cumprida com equidade e que as elites sejam punidas. Há, felizmente, juízes que decidem respeitando a lei e o consenso crítico da população. Outros agem em sentido contrário, derrubando decisões, usando as tecnicalidades jurídicas para ofender o senso básico da racionalidade e da moralidade etc. Em suma, ajustando-se as situações encontradas aos interesses políticos e sociais que se escondem nas sombras do mesmo Estado.
    Quando ocorre o recolhimento à prisão de um banqueiro que roubou milhões e a condenação de autoridades que participavam na mesma quadrilha, isto ganha as manchetes da grande imprensa. O espanto é porque tal fato consiste em algo inusual no Brasil. Os pequenos progressos dos direitos de cidadania são comemorados pelos democratas do país e odiados pelas elites. Estas gostariam de jamais serem condenadas por nada. Afinal, prisão é para pobre, preto e para quem mora longe. Por isso, eles usam dos seus privilégios para não irem para cadeia, mesmo condenados ou pegos em fragrante delito. Quando isto ocorre, a explicação está, por exemplo, na existência de um confronto entre o Estado e o criminoso ou um clamor social latente que chega de algum modo às grandes e pequenas mídias, pressionando nesta direção.

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  13. Na letra da lei, todos são iguais. Na prática da mesma, alguns são menos iguais do que outros. Nada disto é novo. Repete-se melancolicamente há muito tempo, remontando às origens do Estado e da Sociedade no Brasil. Todos sabem que é assim e muitos acreditam que assim sempre será. Isto se relaciona ao fato de que os compromissos assumidos nas mudanças históricas do país jamais foram rasgados. Mudar sem que as estruturas de poder sejam alteradas em profundidade é um mandamento do devir brasileiro. A impunidade das elites é coisa antiga que vem se renovando e se readaptando às novas circunstâncias que se colocam em cada contexto.
    Ainda existem traços nobiliárquicos na formação social brasileira. A ocupação de altos postos de Estado é entendida como uma bruta ascensão social, política e ideológica. Estar neles por ter sido eleito ou por pertencer a uma das complexas clientelas do poder é compreendido por alguns como um salvo-conduto. Isto inclui fazer o que se bem entende, inclusive furtar o erário público ou intermediar a ação de empresários ladrões, lucrando por fora. Essas pessoas acham que a lei é para os outros e não se aplica ao comportamento daqueles que são um simulacro de nobreza togada. Esses pseudonobres, mesmo que sejam simples ladrões, contam com a pompa e a circunstância de seus cargos, suas relações de influência e os privilégios dados a eles pela própria legislação. São nobres de araque. Todavia, eles têm poder de fato e incontáveis meios de se proteger.
    O Império e a ordem nobiliárquica da época foram derrubados, em 1889. O governo de Pedro II, apesar de esforços dos seus entusiastas, jamais poderá ser apartado do passado escravista brasileiro. Mesmo tendo mandado sua filha assinar o decreto da Abolição, a velha monarquia não poderá apagar sua forte ligação com a velha instituição escravista, em crise no mundo da época, muito antes de chegar ao fim no Brasil, em 1888. O golpe de Estado militar que inauguraria a república viria um ano e meio após. Os velhos barões imperiais transformaram-se na classe de proprietários de terra, agora sem escravos no velho sentido. Contudo o poder da terra conferiu a eles algo similar ao antigo poder nobiliárquico. As coisas mudaram, mas não muito. A terra não foi repartida e dada aos escravos, bem como lhes foi negada a instrução básica.
    Foi no governo de Pedro II que as bases do Estado brasileiro foram assentadas, bem como alguns aspectos da vida social, política e cultural do Brasil, de alguma forma ainda presentes. A partir daí, todas as reformas que ocorreram nos últimos cento e cinqüenta anos se desenvolveram nos limites deste quadro, nunca inteiramente superado. Por aqui, como em toda parte, o passado dá um jeito de se manter no presente e influir no modo que a história segue seu curso. A luta pelos direitos coletivos e individuais de cidadania continua, como nunca, bastante atual.
    Eita mundinho hipócrita heinnnnnnnnnnnnnnnnn

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