Rádio Blog do Ricardo Gama

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sérgio Cabral vem destruindo a UERJ.



RIO - A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) realizou hoje (07/10), às 10h, na sala 316 do Palácio Tiradentes, uma audiência pública para debater o orçamento de 2010 para a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e o Centro de Ciências e Educação Superior à Distância (Cecierj).
Durante a reunião o presidente da comissão, deputado Comte Bittencourt (PPS), também questionaram como foram utilizados os R$ 20 milhões doados pela Alerj, em 2009, para as universidades públicas estaduais.

Os estudantes, gremios estudantis, professores e representantes da UERJ alegam que a instituição está abandonada, que o Governador Sérgio Cabral vem destruindo a universidade.

O Governo do Cabral vem fazendo cortes e mais cortes no orçamento da UERJ, não respeitando os limites legais de repasse de verba para a instituição.

Em suma, a UERJ no Governo do Sérgio Cabral se encontra totalmente abandonada.

Enquanto o povo sofre e morre o nosso Governador Sérgio Cabral se diverte com seus amigos.



Amigos por mais INACREDITÁVEL que pareça, a imagem acima é cópia fiel de um ingresso de um show que foi realizado ontem no OLIMPO.


Vejam só, hoje o povo revoltado PROTESTOU e até colocou fogo nos trens da Supervia, mas na noite anterior, o nosso Governador Sérgio Cabral se divertia e caia na gandaia em noite de muita bebida e música.

Resumo, o povo do Rio de Janeiro vive um verdadeiro inferno mas o nosso governador Sérgio Cabral só pensa em viajar e se divertir.

Não considerando que o ingresso e o show podem ser considerados propagando eleitoral fora de época !!!

O certo é que caberia a ALERJ ou ao Ministério Público investigar:

1- Se está configurado propaganda fora de época ?

2- Quem pagou e financiou o show ?

3- O que foi tratado e divulgado no interior do show ?

4- Qual foi a real intenção deste "show" eleitoral ?

Por fim, enquanto o povo sofre, Cabral se esbalda.

Vejam o sofrimento do povo, publicado pelo Globo.


RIO - Pelo menos 11 pessoas ficaram feridas depois que passageiros de trem fizeram um protesto na manhã desta quarta-feira, na Baixada Fluminense. De acordo com a Supervia, concessionária que administra os trens que circulam pelo Rio, o problema começou depois que um trem enguiçou próximo à estação de Nilópolis. Usuários pediram o dinheiro de volta, mas quando foram informados sobre a impossibilidade de reembolso, eles teriam invadido a linha férrea e ateado fogo em uma composição. A circulação de trens no ramal de Japeri foi suspensa e, de acordo com a Supervia, só foi reestabelecida por volta de 12h50m.

Você fez fotos ou vídeos do tumulto? Mande para a gente

A confusão aconteceu no início da manhã. Um trem que fazia o percurso Japeri-Central do Brasil, às 7h40, apresentou um problema operacional a 100 metros da estação Nilópolis e não pode prosseguir viagem. Segundo a Supervia, a companhia realizou o reparo da composição em 12 minutos, mas um grupo de passageiros forçou as portas e desembarcou na via férrea. Na plataforma da estação, , no entanto, passageiros contaram que, depois que o trem quebrou, a composição foi abandonada pelo maquinista, que não deu satisfação.

- O maquinista saiu do trem e nos deixou trancados, sem saber o que estava acontecendo. Depois de mais de 20 minutos trancados dentro do trem, as pessoas começaram a sair pela janela do trem e forçar as portas. Eu tive que sair pela janela e andei no meio dos trilhos. Os problemas tem sido constantes e têm me causado transtornos no trabalho. Hoje mesmo, quando liguei para o meu patrão tive que ouvir ele reclamar que todo dia é isso - revela Emerson Ferreira Faria, 33 anos, encadernador que trabalha no Centro.

Como medida de segurança, a SuperVia acionou a Polícia Militar e suspendeu a circulação das composições. Na estação de Mesquita, houve incêndio em dois vagões de um trem que estava parado esperando a situação se normalizar. Segundo afirmou o diretor de operações da SuperVia, João Gouveia, em entrevista à Globonews TV, foram passageiros revoltados que atearam fogo na composição.

De acordo com o site G1, a assessoria do Corpo de Bombeiros informou que pelo menos dez pessoas ficaram feridas na confusão na estação de Nilópolis e foram levadas para o Hospital Juscelino Kubitschek, em Nilópolis. Na estação, os passageiros quebraram a bilheteria porque a SuperVia não quis devolver o dinheiro da passagem. Durante um protesto, até a roleta da estação foi quebrada pelos manifestantes.

Segundo a rádio CBN, a SuperVia informou que as estações trabalham com pequena quantia de dinheiro e os funcionários estão orientados a emitir um vale-passagem. O passageiro poderia trocar esse papel por dinheiro em até cinco dias ou utilizá-lo em uma viagem. Mas, como a circulação foi interrompida, eles reclamaram que não têm como pegar ônibus. Para evitar maiores problemas, a Supervia afirmou disponibilizará embarque gratuito em todas as estações do ramal de Japeri na quinta-feira, até às 10h. Já a Prefeitura de Nilópolis disponibilizou ônibus gratuitos para os passageiros.

Práticas esportivas no Rio de Janeiro de Sérgio Cabral


Aqui no Rio de Janeiro desgovernado por Sérgio Cabral como se vê, existem duas modalidades de esporte o de arremesso de granada praticados por bandidos, e o de extermínio dos Policiais Militares praticados por Sérgio Cabral com o salário pago aos policiais.

Sérgio Cabral fecha mais um hopsital.


Reprodução do Blog do Garotinho.

O governador Sérgio Cabral decidiu fechar o Hospital Estadual de Barra de São João, em Casimiro de Abreu. Alega que está construindo uma UPA, em Cabo Frio que atenderá a demanda. Só esquece que a UPA ficará a 76 km do hospital e não faz todo o tipo de atendimento.

Anteriormente fechou o Hospital de Infectologia São Sebastião, no Caju. Está passando para a prefeitura de Itaboraí, o Hospital Estadual João Batista Caffaro, em Manilha.

A Super-UPA de Manguinhos está quase fechando por falta de repasse de verbas.
Dois anos e nove meses depois declarar que em 6 meses os hospitais estaduais teriam atendimento de Primeiro Mundo, nenhum deles foi reformado.

O Hospital Getúlio Vargas que Cabral visitou duas vezes continua abandonado.

Dá para entender porque uma pesquisa do instituto GPP mostra, que a maioria da população acha que a saúde chega a estar pior que a segurança pública.