Deputado Estadual Wagner Montes conversa com Ricardo Gama sobre a Lei 2.580/2009, a possibilidade dela ser aprovada, e o adiamento de sua votação.
Deputado Estadual Flavio Bolsonaro conversa com Ricardo Gama sobre a Lei 2.580/2009, a possibilidade dela ser aprovada, e o adiamento de sua votação.
Hoje dia 30-09-2009, eu Ricardo Gama estive na ALERJ, para acompanhar a votação da vagabunda e miserável Lei 2.580/2009, do Exmo. Sr. Governador Sérgio Cabral que concede um miserável aumento de 5% aos policiais e bombeiros militares.
As galerias estavam lotadas de policiais e bombeiros militares que foram defender com unhas e dentes as suas dignidades, e tentarem convencer os Deputados Estaduais que não aprovassem a miserável lei do sacana do Cabral.
Porém, conforme abaixo informado pelo Jornal Extra a votação foi adiada, devido a apresentação de diversas emendas, e a aprovação do requerimento de convocação dos secretários do governo.
Sinceramente, eu espero que esta lei se for aprovada, seja com alguma emenda que dê um aumento digno aos policiais e bombeiros militares, ao menos que seja cumprida a promessa de 54 % de aumento que o Sr. Sérgio Cabral assumiu no Clube dos Oficiais quando candidato.
MATÉRIA DO EXTRA ON LINE
Foi aprovada há pouco, na Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a convocação dos secretários estaduais de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy Barbosa, e de Fazenda, Joaquim Levy, para explicarem, numa audiência pública na Casa, o motivo do índice de reajuste para os policiais militares, civis e bombeiros ter se limitado a 5%. O pedido de convocação havia sido feito, há duas semanas, pelo deputado Flávio Bolsonaro (PP). Segundo Bolsonaro, será também lembrado na audiência o polêmico reajuste de 25% em 24 parcelas, anunciado em agosto de 2007 pelo governador Sérgio Cabral.
O projeto de lei 2.580, que concede os 5% de aumento, está na pauta de votação da Alerj, em discussão única, para a próxima quarta-feira. Os deputados das comissões de Segurança Pública e de Defesa Civil, no entanto, pedirão ao presidente da Casa, Jorge Picciani, que adie a votação da proposta, dando tempo para que os secretários estaduais sejam ouvidos.